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O ex-ministros das Relações Exteriores Celso Amorim e Aloysio Nunes [fotografo] Agência Brasil [/fotografo].

Ex-chanceleres defendem que Bolsonaro mude política externa por Biden

06.11.2020 15:20 20

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20 respostas para “Ex-chanceleres defendem que Bolsonaro mude política externa por Biden”

  1. Valdir disse:

    Dois idiotas cuspindo um monte de m€rd@!
    Embora haja um bom relacionamento pessoal entre Bolsonaro e Trump, esse tem respeitado a soberania brasileira sobre a Amazônia. Já o Biden, antes mesmo de assumir, ameaça nossa soberania e esses idiotas querem que o governo brasileiro se dobre às possíveis determinações que ele impuser.
    Ué! Cadê o discurso de “abaixo o imperialismo americano?”
    Antes de se preocupar com a Amazônia, o Biden deve se preocupar com a Califórnia!

    • Jorge Teixeira Carneiro disse:

      Isso é pauta eleitoral, para agradar eleitores.
      O Biden fez uma campanha no estilo “Bidenzinho Paz & Amor”.
      Quero ver quando os grupos ideológicos vierem cobrar dele as promessas de campanha: ação contra pandemia, intervenção na Amazônia, extinção de polícia e etc.
      Vc acha que ele pode fazer o que contra o Covid? Só distribuir insumos, porque num pais gigante com problemas econômicos sérios, ninguém vai obedecer a um novo lockdown, ainda mais sabendo que a Europa fez lockdown e não adiantou nada, quando reabriu recomeçou o contágio. Já imaginou os frequentadores costumeiros daqui do Congre$$o em Fofoca, Randolfe, Contarato, Dirceu, Maia, Lula, Gleise, Jandira, Haddad pedindo para os americanos intervirem militarmente na Amazônia? 2021 promete aqui no Congre$$o…

        • Jorge Teixeira Carneiro disse:

          Vai ser engraçado ver o LuLLaddrão dando entrevista no UOL pedindo para o USArmy ocupar a Amazônia.
          Aliás, hoje tem mais uma entrevista do LuLLaDDrão no Portal UOL.
          Vão gosta de entrevistar LuLLaddrão assim lá na P#Q#P

          • Valdir disse:

            Nem leio mais matérias com ou sobre esse bandido.
            O baixo acesso vai jogando-o no ostracismo!

          • Jorge Teixeira Carneiro disse:

            É um bandidão astuto, seu partido aparelhou as instituições de ensino superior com militantes profissionais e comprou a opinião de quase todas mídias com mesadas bancadas por verbas federais.
            Tem um monte de seguidores ainda.
            Se ele mandar o ‘felix’, ”hommer”, ”picles” e etc ficarem de 4, ninguém discute, ficam na hora.

    • Felix disse:

      As florestas da California não têm influência sobre o clima do planeta inteiro.

    • Edison Sampaio disse:

      Valdir, as ameaças do Biden ficarão só nisso. Antes de Mourão entrar na parada da questão ambiental, até tinha algum receio de interferências estrangeiras, porque Salles é muito afoito e radical (como Bolso). Com Mourão à frente, essas pretensões recuarão. Mourão tem grande capacidade de convencimento.

      • Valdir disse:

        O Biden realmente não será problema, concordo contigo.
        O problema é “interna corporis”. São os pseudos brasileiros anti-imperialistas e que agora querem que o Brasil se dobre para o “democrata” americano.
        Esses são nossa maior ameaça!

        • Edison Sampaio disse:

          Isso aí, de fato, preocupa. O Brasil precisa investir de forma mais adequada em propaganda externa, mostrando que há fortes interesses em fundar o agro-negócio brasileiro, que é campeão; que a questão ambiental no Brasil não é tão terrível qto pintam esses grupos de interesse…
          Veja que eu mencionei propaganda adequada, pois na tora não se convence ninguém. Mourão, semana passada mesmo, iniciou uma campanha com alguns diplomatas estrangeiros, um passeio pela “área conflagrada”. É uma atividade incipiente, mas o caminho é esse. Perdemos já muito dinheiro por ficar batendo o pé sem consistência, comprando brigas. A diplomacia é o melhor meio, buscando tirar proveitos…

  2. Edison Sampaio disse:

    Esses dois personagens, Celso e Aloysio, são de triste memória e não têm isenção para coisa alguma. Contudo, realmente, o relacionamento entre países devem se dar, estritamente, no plano institucional. Deve prevalecer os interesses do Brasil. O tolo Bolsonaro chegava a lamber o saco do Trump, q pouco se importa com outros países. Portanto, não importa quem seja eleito por lá.

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