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Sobre eleições, corporações, tiranos e a placa de Auschwitz: “O trabalho libertará”

18.10.2018 07:30 7
Atualizado em 10.10.2021 15:47

7 respostas para “Sobre eleições, corporações, tiranos e a placa de Auschwitz: “O trabalho libertará””

  1. neli faria disse:

    O voto é secreto. Imagino se um patrão obrigue um funcionário a votar num candidato X: o empregado pode ir lá e votar para outro.

    • Fábio disse:

      Exatamente. Até por isso não faz sentido falar em coação.
      Como forçar alguém a fazer algo a respeito do qual não se tem qualquer controle?

  2. Jeferson Matos disse:

    Visitem o site Brasil247 e vejam os latidos do PT. O PT é vítima de tudo e de todos. Se você disser que vota em alguém que eles não gostam, você é fascista. Se você é contra cotas, você é um fascista. Se você quer que Lula continue preso ( o que é certo ) pra essa gente você é o diabo em pessoa.
    Hora de mudar.

  3. Fábio disse:

    Não existe coação alguma. Os empregadores têm dito o óbvio: caso o marmita vença, seus empregos e a própria empresa estão em risco, pois a economia quebra. Ninguém duvida disso e pessoas menos informadas precisam saber disso. As pessoas estão sendo perseguidas por erguer a voz contra o establishment esquerdista.

    • neli faria disse:

      Não é esquerda ,meu caro, é a CLT que não permite isso. E a CLT foi promulgada há muito tempo.

      • Fábio disse:

        Eu sei que a CLT proíbe, mas o que ela veda é a coação, o voto de cabresto, forçar os empregados a votar em alguém. Não me parece ser o caso e a questão é interpretativa, a justiça decidirá. Até onde sei o que houve foram empregadores falando para seus empregados que votariam em Bolsonaro porque a alternativa é muito ruim para a economia. Isso é um diálogo, uma conversa, ninguém foi forçado a votar nele, até porque a votação é secreta e não se controla isso.

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