Terça, 24 de Janeiro de 2017

Todas as postagens de Marcus Pestana

Duas verdades e um dilema

“O populismo e a demagogia tentam afagar todos os interesses, mas a economia e as finanças públicas em crise encontram seus limites físicos, e aí as opções não são elásticas. Governo e sociedade têm que exercitar a difícil tarefa de erguer prioridades num quadro de escassez”

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Decifra-me ou devoro-te: impasses do atual sistema político

“Não se troca presidente da República como se troca de camisa. Um impeachment é sempre traumático, deixa feridas e cicatrizes. Mas não há nenhum golpe em curso. Crimes fiscais, eleitorais, morais e de obstrução da Justiça foram cometidos. E a Lei é para todos”

Os fundos de previdência complementar e sua governança

Relator defende PL que visa aprimorar a gestão dos fundos de pensão. “A CPI dos Fundos deu um retrato fiel das dificuldades dessas entidades: deficits recorrentes e expressivos, sobrecarga dos trabalhadores, gestão temerária, governança precária e graves indícios de corrupção e má influência política”

Atual crise repõe a discussão da reforma política

“Como abordar temas polêmicos – por exemplo, as reformas da Previdência e do mercado de trabalho – com a inacreditável presença de 27 partidos na Câmara? Será que existem tantas correntes de pensamento assim?”

Lava Jato: o Brasil passado a limpo

“Desde o Império Romano e do Estado Colonial português, assistimos a denúncias de corrupção. No mundo inteiro ocorrem escândalos. E não têm cor ideológica. O que varia é o grau de impunidade”

Virada de página na política fiscal

“A contabilidade criativa de Dilma, Mantega e Arno Augustin e as pedaladas fiscais levaram ao impeachment e à desmoralização da contabilidade pública, aguçando a desconfiança sobre a real situação fiscal brasileira e sobre a capacidade de pagamento de nossa dívida”

A sociedade às vezes não se reconhece em seu espelho

“O estranhamento ocorrido entre a sociedade e sua representação política nesse caso concreto revela o fosso abissal que se abre crescentemente entre a cidadania e a principal instituição que a representa”

Estabilizar economia e retomar desenvolvimento são agora as tarefas centrais

Para deputado, após muitos desmandos do PT, “o Brasil queria mudar e o Congresso, dentro do rito fixado pelo STF, operou a mudança”, mas estabilidade política depende de mudanças rápidas na economia

Princípios e valores para um novo Brasil

“PSDB não quer cargos e espaços governamentais em troca de seu apoio. Quer, sim, uma agenda nacional de desenvolvimento e reformas e um plano de ataque à crise aguda em que mergulhamos”

O PSDB, o impeachment e o governo Temer

“Ao contrário do PT em 1992 – que, diante do governo de união nacional de Itamar Franco, foi para a oposição e apoiou um novo impeachment –, o PSDB não se furtará a apoiar as medidas necessárias para recuperar a esperança da população”

Natureza e papel do governo de transição e reconstrução nacional

“Terá o governo Temer ousadia, legitimidade e condições de empreender as reformas necessárias? Há uma chance, se não reproduzirmos os velhos e surrados erros do presidencialismo de cooptação”

O dia seguinte: interrogações, esperanças e angústias

“Se o impeachment passar, o Senado certamente afastará a presidente em cerca de dez dias e instalará o julgamento. Michel Temer terá que ter serenidade, sabedoria e ousadia para fazer um governo notável em sua composição e corajoso em suas atitudes”

O Brasil em crise espera ansioso a votação do impeachment

“As piores práticas descobertas no ‘mensalão’ e ampliadas no ‘petrolão’ podem estar inspirando gestos desesperados em nome da manutenção de um poder decrépito. A não aprovação do impeachment será uma tragédia. Dilma não tem mais a menor condição de liderar o país”

Os últimos capítulos da tragédia brasileira

“Estabilidade econômica, diminuição da pobreza, consolidação das instituições republicanas, império da liberdade são conquistas inequívocas. Mas a atual crise ameaça todas elas”

A marcha acelerada do impeachment

“Diariamente assistimos à mudança de posição de deputados até então indecisos ou favoráveis ao governo. A voz das ruas ecoa cada vez mais forte dentro do Congresso”

As ruas coloridas em todo o Brasil espalharam sementes de esperança

“A manobra de nomear Lula para o Ministério sairá pela culatra. É um duplo erro: confissão de culpa definitiva e temor do juiz Sérgio Moro, por um lado, e aniquilamento completo do pouco de autoridade que restava a Dilma, por outro”

A tábua de salvação do pré-sal e do setor petrolífero (II)

No segundo texto da série, deputado defende projeto de lei de Serra. “O PLS 131 simplesmente tira da Petrobras, descapitalizada e endividada, a obrigatoriedade de ser a operadora única e custear 30% dos investimentos”

A tábua de salvação do pré-sal e do setor petróleo (I)

“O pré-sal foi vendido por Lula e pelo PT como a derradeira redenção nacional. O sucesso demonstrado por resultados concretos foi substituído por uma retórica ufanista e de consistência questionável”

As cores das farmácias de Minas são as cores do SUS

“Não me pareceu uma boa e relevante ideia determinar que as farmácias fossem pintadas de vermelho. Felizmente, o Poder Judiciário evitou o desperdício. O SUS é uma bandeira de todos. Não é do PSDB, do PT, do PMDB, nem de ninguém”

O Brasil prisioneiro da armadilha fiscal

“O período dos ajustes pontuais e periféricos se esgotou. Precisamos de um novo governo com força e disposição para promover mudanças estruturais no papel do Estado, nas finanças públicas e na organização da Federação”

O impasse brasileiro e a crise “made in Brasil”

“O governo Dilma tenta encobrir seus erros imputando a crise ao quadro mundial derivado do tsunami econômico de 2008. Essa tentativa não resiste a um sopro”

A crise da saúde no Rio: a ponta do iceberg

“Temos de discutir o SUS a sério. E não ficar com atitudes reativas, como na recente crise do Rio, de soluço em soluço, dentro de uma crise que é crônica no sistema público de saúde”

Eleições municipais e a federação agonizante

“Os municípios atravessam a maior crise das últimas décadas. Muitas prefeituras se encontram com salários atrasados. Manter o pagamento de fornecedores essenciais em dia é um luxo. O nível de investimentos é próximo de zero”

Adeus, triste 2015, que venha o nebuloso 2016

“Se não é beneficiária pessoal, Dilma é no mínimo beneficiária política e deve responder por isso. Renan Calheiros e Eduardo Cunha estão diante de graves e fortes denúncias. Tudo isto bastaria para transformar 2015 em um ano destrutivo face às esperanças da sociedade brasileira”

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