Segunda, 24 de Abril de 2017

Todas as postagens de Marcus Pestana

PEC 241: uma janela para o futuro

“Quem perderá se a PEC não for aprovada? Os mais pobres, pelo aumento da inflação e do desemprego e pela falência das políticas públicas. E os jovens, porque herdarão um país quebrado”, diz deputado do PSDB de Minas Gerais

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Marcus Pestana: “The Mona Lisa”

A voz das urnas: as eleições e o futuro

Maioria da sociedade rejeitou o petismo nas urnas, diz deputado tucano, que observa: “A reinvenção da democracia brasileira e a reconstrução do país passam, em grande parte, pela revalorização da temática local e dos nossos municípios”

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Justiça e liberdade, passando o Brasil a limpo

“O essencial é que as instituições saiam fortalecidas; as leis, aprimoradas; as práticas, mudadas; o imperativo ético, robustecido. E que liberdade e justiça sejam conquistas permanentes e harmônicas incorporadas à cena brasileira”, avalia deputado

A superação da crise política e da herança maldita

“Muitos líderes brasileiros não têm a postura recomendada por Thomas Jefferson: ‘Quando um homem assume uma função pública, deve considerar-se propriedade pública’. Aqui a função pública torna-se ferramenta para a apropriação privada do espaço público”

A hora da verdade do SUS se aproxima

“Como imaginar um crescimento vertiginoso do orçamento da saúde num país com um déficit nominal gravíssimo de 10% do PIB, carga tributária alta, dívida nas alturas e recessão profunda? Para sonharmos com um financiamento maior precisamos fazer o ajuste fiscal e propiciar a retomada do crescimento”, avalia deputado

Boa sorte, presidente Temer

“A crise é gravíssima. O sistema político é frágil e fragmentado. A governabilidade é obra complexa. O Governo Temer terá que se legitimar por resultados concretos que melhorem a vida dos brasileiros”, avalia deputado

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A PEC 241 e a crise fiscal brasileira

“Estamos namorando o caos, fazendo piquenique na boca do vulcão, brincando à beira do abismo. Os dois termômetros da saúde fiscal de um país apontam isso: o déficit nominal e a relação dívida/PIB”, alerta deputado do PSDB de Minas Gerais

Doações de campanha – A polêmica questão do financiamento da democracia

“A nova regra de financiamento para as eleições de 2016 favorece candidatos milionários e partidos sem vida orgânica. Não há tradição de doação de pessoas físicas no Brasil. Isso não suprirá o vácuo deixado pela proibição das doações empresariais”

“O que haverá de novo nessa campanha que transforma as eleições em verdadeiro laboratório e candidatos em autênticas cobaias?”

As eleições municipais serão um laboratório do Brasil pós-impeachment

“O atual ambiente político brasileiro fez muita gente boa desistir de candidaturas potenciais. Mas é a qualidade de vida de nosso povo que está em jogo”

O que nos reserva o segundo semestre

“O Brasil precisa urgentemente mudar o rumo. Essa não é a primeira e nem será a última crise brasileira profunda. Mas estamos perdendo o fio da meada, a rota do crescimento, a eficiência das políticas públicas e a fé no futuro”

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Violência e barbárie: o terrorismo contemporâneo

“Aproximam-se as Olimpíadas do Rio de Janeiro. De forma dissimulada, explícita ou contida uma dúvida carregada de medo povoa a cabeça de muitos: haverá atentados terroristas?”

"Há sinais de crescimento de 2% em 2017", diz Marcus Pestanta (PSDB-MG)

Um novo ambiente, uma nova agenda na Câmara

Para Marcus Pestana, o Brasil precisa recolocar a economia brasileira nos trilhos e avançar em mudanças essenciais nos sistemas político-eleitoral, tributário, trabalhista e de organização do mercado de trabalho e previdenciário

Duas verdades e um dilema

“O populismo e a demagogia tentam afagar todos os interesses, mas a economia e as finanças públicas em crise encontram seus limites físicos, e aí as opções não são elásticas. Governo e sociedade têm que exercitar a difícil tarefa de erguer prioridades num quadro de escassez”

Decifra-me ou devoro-te: impasses do atual sistema político

“Não se troca presidente da República como se troca de camisa. Um impeachment é sempre traumático, deixa feridas e cicatrizes. Mas não há nenhum golpe em curso. Crimes fiscais, eleitorais, morais e de obstrução da Justiça foram cometidos. E a Lei é para todos”

Os fundos de previdência complementar e sua governança

Relator defende PL que visa aprimorar a gestão dos fundos de pensão. “A CPI dos Fundos deu um retrato fiel das dificuldades dessas entidades: deficits recorrentes e expressivos, sobrecarga dos trabalhadores, gestão temerária, governança precária e graves indícios de corrupção e má influência política”

A modernização da gestão nos fundos de previdência complementar

“A CPI dos Fundos trouxe à tona a grave crise dos fundos, com déficits monstruosos e ônus adicionais para participantes e patrocinadoras, indícios fortes de corrupção e gestão temerária e revelou o frágil ambiente de governança”

Atual crise repõe a discussão da reforma política

“Como abordar temas polêmicos – por exemplo, as reformas da Previdência e do mercado de trabalho – com a inacreditável presença de 27 partidos na Câmara? Será que existem tantas correntes de pensamento assim?”

Lava Jato: o Brasil passado a limpo

“Desde o Império Romano e do Estado Colonial português, assistimos a denúncias de corrupção. No mundo inteiro ocorrem escândalos. E não têm cor ideológica. O que varia é o grau de impunidade”

Virada de página na política fiscal

“A contabilidade criativa de Dilma, Mantega e Arno Augustin e as pedaladas fiscais levaram ao impeachment e à desmoralização da contabilidade pública, aguçando a desconfiança sobre a real situação fiscal brasileira e sobre a capacidade de pagamento de nossa dívida”

A sociedade às vezes não se reconhece em seu espelho

“O estranhamento ocorrido entre a sociedade e sua representação política nesse caso concreto revela o fosso abissal que se abre crescentemente entre a cidadania e a principal instituição que a representa”

Estabilizar economia e retomar desenvolvimento são agora as tarefas centrais

Para deputado, após muitos desmandos do PT, “o Brasil queria mudar e o Congresso, dentro do rito fixado pelo STF, operou a mudança”, mas estabilidade política depende de mudanças rápidas na economia

Princípios e valores para um novo Brasil

“PSDB não quer cargos e espaços governamentais em troca de seu apoio. Quer, sim, uma agenda nacional de desenvolvimento e reformas e um plano de ataque à crise aguda em que mergulhamos”

O PSDB, o impeachment e o governo Temer

“Ao contrário do PT em 1992 – que, diante do governo de união nacional de Itamar Franco, foi para a oposição e apoiou um novo impeachment –, o PSDB não se furtará a apoiar as medidas necessárias para recuperar a esperança da população”

Natureza e papel do governo de transição e reconstrução nacional

“Terá o governo Temer ousadia, legitimidade e condições de empreender as reformas necessárias? Há uma chance, se não reproduzirmos os velhos e surrados erros do presidencialismo de cooptação”

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