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Em tempos de pós-verdade e de redes sociais

09.05.2017 08:00 2

Reportagem
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2 respostas para “Em tempos de pós-verdade e de redes sociais”

  1. Walldemar Sobrinho disse:

    Estamos há 22 anos sendo governado por esquerdistas. São 22 anos criando um Estado tão grande que agora não temos dinheiro pra custeá-lo e temos que trabalhar quase 6 meses por ano para tentar. E de quem o Estado usurpa o dinheiro do trabalho ? Do mercado. Esse vilão esquerdista é, paradoxalmente, quem financia e mantém TODO o Estado. Os novos tempos estão deixando esquerdistas (a porção vagabunda e imprestável da sociedade, os mamadores das tetas estatais) desesperados. Eles não suportam ter que ouvir as pós-verdades, os pós-fatos, não aceitam seus crimes e acham que todo o resto é idiota e alienado, menos eles, as últimas bolachas do pacote. Entretanto, democracia é isso. Cada um pensa, faz e fala o que quiser porque cada um tem sua própria opinião e o direito de expressá-la. O modelo esquerdo-vagabundo é o da Venezuela que fracassaram na tentativa de implantá-lo aqui, exatamente porque ainda há a pós-verdade e contra fatos, não há argumentos.

  2. Robson Alexandre da Silva disse:

    Com todo respeito. Está na hora de parar de ideologia partidária e de populismo. Não procure culpados pela total desqualificação da política, pois a culpa é da própria classe política. Os políticos brasileiros que a gerações só pensam de 4 em 4 anos a perpetuação no poder. Pensam a curto prazo sendo que um pais do tamanho do Brasil é preciso pensar a Longo Prazo. Mas como pensar a longo prazo e dar de mão beijada as inaugurações para outros políticos que não pertencem a meu feudo? Não estou generalizando, mas a grande maioria dos políticos brasileiros só pensam nas próximas eleições.

    Caiu a máscara. Parem de tentar tapar o sol com a peneira. Ficou claro e evidente que a Democracia Brasileira está, desde Jose Sarney, contaminada. O povo ficou refém de um grande teatro cujo palco é do tamanho do Brasil.

    Executivo, legislativo e judiciário orquestrando a dança do Poder supremo que oscilava aqui e ali mas sempre havia o acordão para equilibrar e salvar a todos. E o povo. Claro, o povo é importantíssimo para manter tudo como está nas eleições.

    O pior é que essa ideologia populista está enraizada nas faculdades públicas, formando cada vez mais intelectuais para entrar nas mentes carentes de informação e recrutar novos militantes.

    Esse é o Brasil que finalmente viu o final da peça teatral de décadas e que, não gostando do roteiro, quer tenta sair de cena a duras penas do comunismo, socialismo e capitalismo da busca por poder.

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