Tabata e dissidentes do PDT e PSB articulam bloco informal na Câmara

Os 18 deputados federais da oposição que votaram a favor da reforma da Previdência no 2º turno da Câmara dos Deputados conversam sobre a possibilidade de formar um grupo dentro Casa Legislativa e formar estratégias conjuntas. Existe um grupo no WhatsApp com esses congressistas do PSB e do PDT e Tabata Amaral (PDT-SP) é apontada como líder natural.

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Congresso em Foco ouviu um dos deputados que faz parte do grupo. O movimento do setor da oposição ainda está em seu estágio inicial e ainda não foi definida como se dará essa atuação conjunta.

Os dissidentes pessebistas e pedetistas sofrem processo no conselho de ética de suas siglas, que avaliam qual punição aplicar pelo desobedecimento da orientação partidária de votar contra a reforma da Previdência.

De acordo com presidente do PSB, Carlos Siqueira, o desfecho da análise do comportamento dos deputados rebeldes acontece ainda no mês de agosto. Já o dirigente do PDT, Carlos Lupi, vê como provável a decisão apenas em meados de setembro.

O presidente do PSDB, Bruno Araújo, confirmou a intenção da sigla em filiar os dissidentes do PSB e PDT, mas destaca que isso seria formalizado depois que o processo nos partidos de oposição tiver acabado.

Em outra frente, o movimento Acredito lançou na quinta-feira (15) na Câmara uma série de propostas cobrando mais transparência dos partidos políticos. O grupo conta com a participação de dois dissidentes da oposição, Tabata e Felipe Rigoni (PSB-ES).

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