Governista aposta em reunião de líderes para amenizar atrito com Congresso

Um congressista próximo ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) evitou fazer um prognóstico sobre as reformas econômicas de interesse do Executivo em tramitação no Legislativo, mas demonstrou otimismo ao falar que o governo vai se retratar no apoio aos protestos contra o Congresso e Supremo Tribunal Federal.

“Até depois do carnaval vai ter tempo para se explicar. [O líder da oposição na Câmara] Molon falou sobre o assunto, acho que outros líderes vão falar. Vamos cuidar das reformas, vamos ter problema demais com o coronavírus, economia mundial”.

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O político disse ao Congresso em Foco que o ato do presidente ao compartilhar no WhatsApp uma convocação de protesto contra o Congresso não significa acirramento entre os Poderes. O político, que não quis se identificar, citou discursos conciliatórios de Bolsonaro em reuniões com os presidentes Rodrigo Maia (Câmara), Davi Alcolumbre (Senado) e Dias Toffoli (STF).

“Estimula um debate, conversa, vai acabar ajustando a postura de cada um no processo”, disse o aliado do governo sobre a ação do presidente ao enviar o vídeo.

Alcolumbre volta mais cedo para Brasília

O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), tem ligado e conversado por mensagens com líderes partidários do Senado.

Alcolumbre decidiu antecipar a volta para Brasília para esta semana e sairá do Amapá para conversar sobre o estímulo do presidente Jair Bolsonaro a protestos contra o Congresso e o STF. Ainda não há reunião marcada, mas o senador articula um encontro com líderes.

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