PT pede prisão de Moro à PGR e que não ocupe cargo público por até 3 anos

Lauriberto Pompeu

O Partido dos Trabalhadores entrou nesta sexta-feira (26) com uma notícia crime na PGR (Procuradoria Geral da República) contra o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, pela condução na Operação Spoofing da Polícia Federal, que prendeu pessoas acusadas de invadir mensagens de autoridades dos Três Poderes. Leia a íntegra.

> Oposição tenta impedir destruição de mensagens

No documento, a sigla pede que seja aplicada ao ministro multa, detenção por dez dias a seis meses e inabilitação para o exercício de cargos públicos por até três anos.

De acordo com o PT, Moro interferiu de modo indevido na Operação por ter acesso a dados sigilosos das investigações e ter solicitado a destruição do conteúdos das mensagens apreendidas com os hackers.

O pedido a PGR é assinado pela presidente do partido, Gleisi Hoffmann,e pelos líderes da sigla Paulo Pimenta (Câmara dos Deputados) e Humberto Costa (Senado).

Na quinta-feira (25), foi confirmado que o grupo também tentou invadir o celular da procuradora-geral da República, Raquel Dodge.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM/RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM/AP), e ministros do Supremo Tribunal Federal também figuram na lista dos mais de mil alvos dos hackers.

Antes disso, já havia sido informado que os hackers invadiram os celulares do presidente Jair Bolsonaro, dos ministros Sergio Moro e Paulo Guedes.

> Ministério da Justiça: Celulares de Bolsonaro foram alvo de hackers

> Lista de hackeados tem Bolsonaro, Maia, Alcolumbre e Dodge

 

 

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