Domingo, 23 de Abril de 2017

Todas as postagens de Marcelo Mirisola

Vento, ventania, fatos e versões

Mirisola questiona por que impeachment passou de “festa da democracia”, em 92, a “golpe”, em 2016. “Enquanto a democracia continuar como balcão de negócios, haverá apenas acomodação de interesses, acordos-calheiros & conchavos”

Continue lendo...

A igreja dos gatos

“Os cátaros rejeitavam o dogma da Santíssima Trindade e sacramentos como o batismo, a eucaristia e o matrimônio. O sexo fora do casamento era visto com naturalidade”

Grimaldi: “Sou contra quem usa Bolsa Família para colocar cabresto nas pessoas”

“O povo brasileiro sabe quem é Claudia Leite, Ivete Sangalo, Thiaguinho, mas não sabe quem é o subprefeito do seu bairro, não sabe cobrar, não sabe em qual vereador votaram nas últimas eleições”, reclama videomaker

Escritores, charlatões e o grito que pode iluminar as trevas

Em texto que reúne afirmações feitas em palestra na Feira Literária de Buenos Aires, Marcelo Mirisola põe o dedo na ferida das artimanhas do marketing que tenta se passar por arte

Volte sempre

Mirisola, ao escrever sobre a morte do amigo Paulinho, surpreende-se e especula se é o mestre da ante-sala. Pondera se somos o resultado de uma coisa alheia ou se estamos realmente vivos

Hosana poluída

“Nunca tive o amor de uma ex-adolescente drogada, nem de uma mulher madura viciada em anfetaminas, amor nenhum que eu identificasse a ponto de querer terminar meus dias em Guarulhos”

Bandeira pirata (pro meu amigo Paulo de Tharso)

“Apesar da contrariedade do andar superior e da reação violenta que, com certeza, virá, os ‘baderneiros’, os ‘vândalos’ e os ‘arruaceiros’ tomaram conta da narrativa: são os narradores da nova história”

Polícia nem para quem precisa de polícia

“Pensem comigo: para que um xarope desses, que depende de uma voz de comando até para se manter sobre as duas pernas, presta na vida? Pra cuidar de mim é que não é”

Diálogos das grandezas do Brasil

“Somente agora, depois de ter lido Diálogos das grandezas do Brasil, consegui entender o que aconteceu comigo: não ousarei contar isso em Portugal ou apregoarei do Brasil e de suas grandezas, os louvores que merecem?”

Yzur, a experiência de Lugones

Pioneiro do realismo fantástico, o argentino Leopoldo Lugones produziu um conto perfeito, com os dois parágrafos mais pungentes da história, ao falar da tentativa de um homem em fazer um chimpanzé falar, escreve Marcelo Mirisola

Ustra, a verdade e Louis Armstrong

Marcelo Mirisola conta como o depoimento do ex-chefe do DOI-CODI à comissão que apura os crimes da ditadura revirou do avesso sua alma e o fez recordar de sua breve passagem pelo Exército durante o regime militar

Elvira!

Versão turbinada especialmente para o Congresso em Foco, conto mostra a carona de Mirisola a Toni e Elvira quando morava na praia do Santinho, em Florianópolis. Elvira, cujos “pés eram macios, as unhas redondas e determinadas, porém descuidadas e sujas”

O pai da verdade

“Mentira é a gentileza e a promessa de vida após a morte. Verdade é a vida antes da morte e o condomínio atrasado. A verdade é o pai do método científico. A mentira joga truco”

Tolera-me ou te devoro

Colunista critica patrulhamento contemporâneo, diz que “intolerância virou regra” e que nos tornamos reféns de formas disfarçadas de positivismo e integralismo

Gééééérald linchado pelas falanges do bem

Com tira que associa Gerald Thomas a estuprador, Laerte cai em armadilha do politicamente correto e vira espécie de Torquemada da piada alheia, critica Mirisola

Kim Jong II. O índio que vai iluminar o mundo

Na salada pop de Mirisola, o índio ET de Caetano ganha a pele de Kim II e nos livra do oportunismo de Daniela Mercury. Ele salvará “o mundo e o Brasil da babaquice e do rés-do-chão”

A nova senzala (transversalidades)

Quem mandou ter o Mirisola como colunista? Aí vem ele destilando veneno contra tudo e todos

Brasília, Bastilha (ou O Espetão Grego da Democracia)

“Em pouco tempo – anotem aí – Brasília vai cair, como caiu a Bastilha, porque o conceito de democracia, aos poucos, vai se diluir em qualquer coisa, a ponto de qualquer sofista nos convencer de que populismo não é injúria, mas qualidade”

Uma chance para Yoani

“Será que os manifestantes já ouviram falar de um treco chamado senso de ridículo? Desconheço artigo do Código Penal que diz que é crime trabalhar para a família Marinho, ou que é vedado a blogueiras cubanas ganhar prêmios internacionais”

A Brisa me disse

Numa noite de muito calor no Rio, a Brisa sopra forte e prediz o futuro neste conto de Marcelo Mirisola: em menos de um século, nossos bisnetos serão todos coprófagos e travestis-hermafroditas

Lá em São Paulo é farol

O pano de fundo é o Carnaval. Rio, o cenário. Mas São Paulo nunca sai de cena neste delicioso conto inédito de Mirisola, paulista que aqui revela um quê de carioca

O Brasil que matou Selarón

“Bastou uma fagulha do isqueiro no corpo encharcado de thinner, e pronto: o chileno faz o verão árabe em plena escadaria da Lapa, e ninguém, nenhum mané se deu conta. Evidente que Selarón pegou fogo em vão. Paisinho de merda”

Ódio não tem cor

“Ó odio e a revanche que o demagogo rapper Emicida proclama, e que os defensores das cotas festejam, não tem cor. Os carecas do ABC mandam lembranças”

Alcatraz, novembro de 2012

“Cercados de ilhas amigas por todos os lados, prescindimos daquilo que o continente (ou a realidade) tem de mais valioso e nefasto – o lado de fora”

Publicidade Publicidade