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O ex-juiz e hoje ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, teve seu nome exposto, ao lado de membros do Ministério Público do Paraná nas matérias que ficaram conhecidas como Vaza Jato [fotografo]Geraldo Magela/Agência Senado[/fotografo]

Licença para matar

06.02.2019 07:30 8
Atualizado em 13.02.2019 23:41

8 respostas para “Licença para matar”

  1. wzfr disse:

    Prezado editor, você com certeza é um demagogo e um esquerdopata que acha que so a bandidagem é que pode matar….

  2. Fábio disse:

    O artigo é mera propaganda política da extrema esquerda. Marivaldo defende a manutenção da política criminal progressista, que tornou o Brasil a nação mais violenta do mundo.
    Não há licença para matar, isso é mentira. Quem lê o projeto percebe isso claramente.
    No mais, qual a opinião do colunista sobre o sociopata Maduro? Na condição de psolista, seria curioso se escrevesse a respeito.

  3. Laura Sampaio disse:

    Excelente texto. É exatamente o que penso. Como é possível um projeto de lei para garantir a impunidade de homicídios? Incrível como o punitivismo não alcança quem mata negros e pobres.

    • Fábio disse:

      Quer a manutenção da atual política criminal, que fez do Brasil um recordista de homicídios?
      Hoje é mais seguro viver na Síria do que no Brasil, segundo as estatísticas. Quer manter isso por extremismo esquerdista?

  4. Lucas disse:

    Quando a idéia é não resolver, a primeira medida a ser implantada é a tal da discussão ampla com a sociedade. O parlamento é o lugar de debate, a proposta é o ponto de partida para a discussão, que se debata, proponha, e se vote. O Brasil precisa de celeridade nas soluções.

    O autor comete vários erros de interpretação, não sei se porque não leu de verdade a proposta, ou erra por intenção, com viés político. A proposta descreve claramente quais são os exemplos de organização criminosa, e lá estão enquadrados pcc, cv e milicias no mesmo patamar.

    Outro erro do autor, generalizar as mortes provocadas por policiais como se todos as mortes fossem de adolecentes que estavam fardados com livros nas mãos voltando da escola de mãos dadas com os pais, é muita má fé, desconhecer a realidade da ação policial, ou receber dinheiro de bandido para escrever tal absurdo.

    O projeto está no caminho certo e atende aos anseios da população. Mais segurança e menos direitos para bandidos, que se declare guerra contra a atual situação em que mais de 60 mil inocentes perdem suas vidas porque o crime no Brasil compensa.

  5. Elcy Militão disse:

    Nao e bem isso. Muito sensacionalismo na matéria.
    Penso ser desnecessário debate com a sociedade sobre o tema.
    Essa foi uma das bandeiras do nosso presidente e o povo o escolheu exatamente porque quer ver isso implantado.
    Os nossos guerreiros policiais precisam dessa tranquilidade pra executarem suas atividades.

  6. Kelly Christine disse:

    Esse artigo é mera reprodução da visão da esquerda sobre a violência no Brasil. Curioso não haver números da Human Rights Watch a respeito do crescente número de mortes de policiais, nem preocupação do autor com as mães e famílias dos agentes da lei. O projeto de Sérgio Moro não é contra negros e pobres. É contra gente vagabunda que encontra na pobreza a desculpa para se desviar da lei. Se pobreza e cor da pele fossem justificativas para o crime, a maioria dos brasileiros estaria nessa vida, sendo protegida pelas organizações de direitos humanos, já que somos um país de mestiços e de maioria pobre. O cidadão de bem está cansado de ser refém. E interpretar o PL Anticrime como “licença para matar” é uma visão ideologicamente enviesada de quem exerceu cargos no Ministério da Justiça nas gestões que deixaram as coisas chegarem ao ponto em que estão, leia-se gestões do PT.

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