Congresso em Foco

O Nazismo foi um movimento totalitário que surgiu na Europa e levou à morte de 6 milhões de judeus na Segunda Guerra Mundial.

Negar holocausto é desinformação e irresponsabilidade, diz cientista político

18.09.2018 14:34 6

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6 respostas para “Negar holocausto é desinformação e irresponsabilidade, diz cientista político”

  1. Fábio disse:

    Em que aspecto o nazismo é de direita? Porque todas suas características parecem ser de esquerda, a começar pelo fato de que, assim como o socialismo, é uma utopia coletivista com controle do capital pelo Estado.

    • Gabriel Brittes disse:

      Esquerda no sentido de estado máximo, revolucionário, o mesmo que oprime o cidadão, como regime socialista, fascista, comunista. Direita no contexto histórico geral, no processo de formação do espectro politico alemão, assim se caracterizou direita, está no reich III se estou lembrado. E quem quer polemizar isso é brasileiro que não saber ver essa diferença, simplesmente pelo mero fato de fanatismo do “lado direito”. Não adianta querer comparar essas nomenclaturas com as daqui, são legendas e contextos diferentes.

      • Fábio disse:

        Basicamente o que você disse foi: tem todas as características da esquerda, mas a historiografia chama de regime direitista por ser mais conveniente. Esse é meu ponto. Rotular o nazismo como regime esquerdista é resgatar a verdade.

        • Gabriel Brittes disse:

          O importante era não passarmos aquela VERGONHA que ocorreu por culpa de uma minoria rebelde, sobre questionamento do holocausto e discussões com a própria embaixada alemã.

  2. Fábio disse:

    Eu não sei o que o Congresso em Foco está querendo com essas reportagens. De novo colocando os negacionistas no mesmo balaio de quem apenas afirma ter sido o nazismo um regime de esquerda? Desde quando afirmar que o nazismo é de esquerda significa negá-lo?
    Pois eu digo de forma clara novamente: o nazismo foi um regime genocida, que não pode ser esquecido e merece repúdio constante, e cuja orientação ideológica era flagrantemente esquerdista. Essa era a posição dos que criticaram o vídeo da embaixada. Se algum maluco negou o holocausto, foi caso isolado.
    Ao que parece, na cabeça da repórter, se um regime é genocida, então ele é necessariamente de direita e dizer que ele é de esquerda equivale a negá-lo. Se for isso, sugiro que leia “O Arquipélago Gulag” e “O Livro Negro do Comunismo” para saber quantos foram mortos por regimes inconfundivelmente esquerdistas no século passado (spoiler: conseguiu superar bastante o hediondo nazismo).

  3. Bento Sartori de Camargo disse:

    Época e realidade completamente diferente com o que ocorre hoje. Aqui o problema é a maior e mais completa corrupção tanto dos eleitores quanto dos políticos. Quadros completamente distintos, necessitando de uma “Legislação firme” e um “Judiciário” ágil e altamente eficiente, o que temos hoje são “leis fajutas” e um Judiciário cheio de “bandidos de toga” como afirmou a Juíza Eliana Calmon ao deixar o CNJ. Chega de patifes no Poder!.

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