Congresso em Foco

Durante seu voto, Gilmar Mendes fez fortes críticas ao que ele chamou de "regalias" do Ministério Público Federal

Gilmar ataca magistratura e vota por restrição de foro a parlamentar. Decisão foi unânime no STF

03.05.2018 17:06 11

Reportagem Em
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11 respostas para “Gilmar ataca magistratura e vota por restrição de foro a parlamentar. Decisão foi unânime no STF”

  1. Silvia Bailarina disse:

    tenho a impressão que este STF não serve pra nada…

  2. Damir disse:

    parece que muitos até aprovam, dizem ser “cultural”, “endêmico”, não há provas materiais suficientes (só não se explica porque o País não tem poder para repatriar os bilhões que estão bloqueados em contas secretas da Suiça.

  3. Damir disse:

    Se os agravantes forem “estupros” e “homicídios” podem “descansar’, esses tipos de delinquência e ações não se constituem no perfil dos parlamentares, quando acontece são raros e o envolvidos “é marinheiro de primeira viagem”. O forte no mundo parlamentar parecem serem ‘sensíveis” a estarem numa folha “suplementar” (mesada, proprinas (“bonus por desempenho”, etc.,), e parece que em direção a essas “contravenções”parece que não há lei, afinal parece q

  4. LUIZ FERNANDO CABEDA disse:

    UM VOTO DESESPERADO PARA A TORCIDA, QUANDO JÁ NÃO HÁ MAIS TORCIDA – No julgamento em questão discutia-se o alcance da prerrogativa de foro para o parlamentar.
    Portanto, estava em causa o exercício da função parlamentar, e o resultado apontou para a manutenção da garantia constitucional tão somente nos casos em que estivesse envolvido o exercício da representação.
    O Supremo se havia transformado, há muito, em um esconderijo de parlamentares espertos e delinquentes, que ali encontravam abrigo até que ocorresse a prescrição.
    Gilmar Mendes e Dias Toffoli, em virtude das relações promíscuas que mantêm, arriscaram então uma cartada que deu errado: já que era para restringir o foro especial para os parlamentares, que se restringisse para todos (incluindo membros do Ministério Público e magistratura), sendo que Gilmar ainda usou o ‘argumento do medo’, sustentando que também o comandante do Exército ficaria submetido a juízo de primeiro grau.
    A jogada não deu certo, simplesmente porque o que estava em discussão era um tema localizado na função parlamentar, como se vê destacado no fim da reportagem.
    Toffoli será presidente do STF já no segundo semestre deste ano. Gilmar Mendes age, declara tendências e vota em combinação com ele. Ambos, auxiliados em uma aliança apenas oportuna com Lewandowski, conseguiram implodir a 2º Turma do STF, que hoje é a ‘porta de Sésamo’ que se abre aos 40 ladrões.
    Todavia, como dizia Ulysses Guimarães, saudemos o êxito da data: hoje o Supremo obteve um avanço; mas, o que é preciso salientar, como jogada ensaiada e destinada a produzir um recuo do tribunal (que não houve), é o voto aparentemente ‘radicalizado’ de Toffoli e Gilmar. Ele se destinava a ‘assustar’ os outros ministros apontando consequências gerais para a interpretação restritiva, que prevaleceu.
    Com o tempo, o país saberá conquistar passo-a-passo a garantia efetiva da igualdade perante a lei, e não há igualdade se o foro é desigual, conforme o cargo exercido.
    É preciso um começo, e esse passo já foi dado.
    Apesar do contorcionismo de Toffoli e Gilmar. Nesta altura dos acontecimentos, eles não têm mais torcida; nada deles se espera, a não ser mais do mesmo, isto é, mais promiscuidade, mais fidelidades ou infidelidades suspeitas, mais ginástica interpretativa e…mais descrédito público.

  5. Gianni Rodrigues disse:

    Tem que rever os privilégios do judiciário também. Pau que bate em Chico também deve bater em Francisco.

  6. Thomes Nooko disse:

    Esta certo ao falar sobre as prescrições que a justiça deixa ocorrer, pois é só ver o que aconteceu aqui no Paraná com Lerner, Taniguchi e outros da mesma cambada. A pior justiça do Brasil, segundo o CNJ, é omissa, tolerante e conivente com os crimes dos amigos. Está correto também ao falar da licença prêmio, uma vergonha num país onde se gastam milhões para sustentar estes privilegiados. Não confio na justiça.

  7. Paulo disse:

    Na prática isso não muda nada, vai continuar tudo do jeitinho que está.
    Afinal os parlamentares sempre vão continuar desviando verbas públicas, recebendo propinas, etc ao invés de roubar galinhas. Logo nunca será julgado na 2ª instância pois é melhor a propina do que roubar galinhas.
    Entendeu ?

  8. neli faria disse:

    Algumas das críticas do Ministro concordo. Férias de 60 dias? Deveriam ser suprimidas para todos, inclusive para as Cortes superiores.O Trabalho efetuado pela Lava Jato(Polícia Federal, MPF, Justiça Federal e Tribunais) é digno de todos os encômios e não vende ilusão para o povo, apenas restitui a esperança de um Brasil melhor amanhã. O que acabou com o Brasil, Ministro, não foram os criminosos comuns, homicidas que matam uma ou duas pessoas, destroem duas ou três famílias;o que acabou com o Brasil foram os Larápios do Erário! Todos os males do Brasil devem ser atribuídos a esses péssimos políticos(oportunistas!) que além de larapiarem o Erário roubaram a esperança do Brasil e destruíram moralmente o País.Parabéns para os Juízes Federais, Ministério Público Federal e Polícia Federal por estarem devolvendo o orgulho de sermos brasileiros. Lugar de larápios do erário é na prisão:todos sem exceção.

  9. AO543 disse:

    Enquanto o MPF tem regalias,como diz o dito cujo, o DITO CUJO está aumentado sua coleção de fazendas,universidades e outros NEGOCIOS altamente rentáveis.

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