Como assim, lobby social?

Essa foi a pergunta que recebi quando começamos a falar sobre o projeto.

Há tempos que venho refletindo sobre as motivações que movimentam o lobby. É natural, e desejável em qualquer democracia madura, que os grupos e setores participem dos debates de políticas públicas para defenderem interesses e evitarem riscos que podem complicar suas atividades. Mas como ter uma equipe de profissionais custa e demanda organização, muitos interesses nobres deixam de entrar na agenda por falta de apoio.

>O que o Congresso deverá votar em 2020

Foi isso que motivou a criação do projeto Lobby Social - uma ação colaborativa pro bono entre profissionais, empresas e estudantes para transformar o mundo, para melhor, pelo lobby.

Por meio de um laboratório de lobby social, com as práticas mais inovadoras, para desenvolver ações pro bono visando a defesa de interesses não econômicos, relacionadas aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU.

Ao final de cada período, os participantes terão vivenciado a experiência na prática de Relações Institucionais e Governamentais, aprendendo com profissionais experientes as ferramentas de atuação e enriquecendo seu currículo profissional, além de se posicionarem fortemente num mercado em constante crescimento.

Nós não precisamos de mágica para transformar o mundo. Nós temos o poder dentro de nós mesmos: temos o poder de imaginar e fazer melhor. Nossa forma de transformar o mundo é pela participação social no debate de políticas públicas. É aí que entra o lobby.

>Mais textos do colunista Eduardo Galvão

Continuar lendo

Assine e obtenha atualizações em tempo real em seu dispositivo!