Eduardo Cunha (PMDB-RJ)

É alvo de dois inquéritos (2984 e 3056) por uso de documento falso e crimes contra a ordem tributária, respectivamente. O deputado é suspeito de ter usado o prestígio do cargo para interceder em favor do controlador de uma refinaria acusada de fraude tributária.

“Em um dos processos, sou testemunha de acusação. Quanto ao segundo, houve remessa ao STF devido a uma gravação telefônica ter sido feita durante uma conversa do telefone grampeado comigo. Não há, portanto, qualquer acusação ou denúncia”, afirma o deputado.

Leia a resposta na íntegra:

“Não sou réu em nenhum dos dois. O primeiro refere-se a uma denúncia apresentada alusiva a um fato. Neste processo, sou testemunha de acusação de um procurador do Rio de Janeiro e a aceitação ou não da denúncia será julgada pelo pleno do STF. Quanto ao segundo, trata se de um inquérito no Rio de Janeiro, onde houve remessa ao STF pelo juiz do inquérito devido a uma gravação telefônica ter sido feita durante uma conversa do telefone grampeado comigo. Não existe, portanto, em nenhum dos dois inquéritos, qualquer acusação ou denúncia. Há apenas um procedimento que deverá voltar ao juízo de origem.”

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