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Indicado pelo escritor Olavo de Carvalho, Ricardo Vélez Rodríguez também vê no golpe militar de 1964, a exemplo de Bolsonaro, um ato de patriotismo que livrou o Brasil do comunismo

Para futuro ministro, Escola Sem Partido é “providência fundamental” e golpe de 64, evento a ser comemorado

23.11.2018 09:49 4

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4 respostas para “Para futuro ministro, Escola Sem Partido é “providência fundamental” e golpe de 64, evento a ser comemorado”

  1. Jeferson Matos disse:

    Não tem nada que ficar dando importância/atenção a tal bancada evangélica ( bancada caça niqueis ). Essas bestas quadradas não tem que ficar dando opinião num ministério que irá formar nossas crianças. Não temos que substituir uma doutrinação ideológica ( marxista/comunista ) por outra ( evangélica/tapada ) !

  2. Fábio disse:

    Em 64 não teve golpe mesmo. É uma imprecisão histórica afirmar isso. Em nome de uma ideologia esquerdista predominante em nossa historiografia e currículos escolares, aceitamos inclusive a falsificação dos fatos. Com isso quero dizer que não houve ditadura? Não, explico.
    Em 1964, a ascensão dos militares ao poder foi democrática, apoiada pelo parlamento, pela imprensa e pelo grosso da população, de acordo com os mecanismos constitucionais vigentes. E sim: Jango era autoritário e flertava com o comunismo, ameaça real à época. A escalada ditatorial dos militares veio em um momento posterior, quando se recusaram a sair do poder para realizar eleições presidenciais livres, na época do AI-5. Naquele momento sim foi instaurada uma ditadura.

  3. Jairo Gomes Viana disse:

    É muito interessante um naturalizado dar palpite na vida dos brasileiros natos. Por mais intelectual que seja o novo ministro da educação deve se restringir ao papel de tentar inovar as politicas públicas voltada para a educação como a valorização e melhor capacitação para os professores. Primar pela qualidade do ensino em todas as esferas. No que diz respeito a Escola Sem Partido, além de retrocesso é algo impossível, uma vez que que a deseja implantá-la, pensa em tirar uma suposta ideologia de esquerda, passada pelo professores aos alunos e implementar o conservadorismo de extrema direita onde seria proibido pensar no contraditório e debater o processo político brasileiro em todas as suas vertentes. A Escola Sem Partido é um projeto que se aprovado, sua duração dependerá da gestão do próximo presidente que se for mal dura 4 anos e se for bem e reeleito a proposta duraria 8 anos. Não se muda uma geração em 4 anos e com o avanço tecnológico é inevitável impedir o avanço das ideias tanto de esquerda como de direita. Uma pessoa já nasce predestinada a ser de esquerda ou de direita. Ao que parece Bolsonaro quer levar o Brasil de volta para 1964 e a juventude de hoje é bem diferente da juventude de 20 a 50 atrás. O mundo evoluiu e o jovem sabe o quer para sua vida e não aceitará facilmente o que vier como imposição para mudar seu comportamento. Quanto a ditadura o futuro ministro só falou asneira.

    • Fábio disse:

      Não entendeu (ou não quis entender) nada do Escola sem Partido. Não se trata de substituir uma ideologia por outra, mas de tornar o ambiente escolar mais plural, com circulação de ideias diferentes. A ideia do projeto é inserir no sistema educacional outras ideias além das esquerdistas que são hegemônicas hoje. Tem muita informação sendo negligenciada a nossos estudantes. A quem interessa isso?
      Escola sem partido é um escola sem censura, como há hoje.

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