Amazon cria Alexa brasileira e aposta na era do assistente doméstico no país

Agora a Alexa é brasileira! O sistema de inteligência artificial da Amazon, que funciona por comandos de voz, ganhou versão em português do Brasil. Ela estreou na última quinta (3) e ainda está aprendendo a ser tupiniquim, com linguagem mais coloquial e gírias, para interagir com nossa cultura. A assistente concorre com as versões da Apple, da Samsung e do Google, e funciona pelo aparelho Echo, uma caixa de som que obedece a comandos e pode ser ativada para tocar músicas, ler notícias, receitas, pedir comida no iFood ou chamar o Uber, por exemplo. Ela é capaz até de, ao jeito dela, dar opiniões! Com a novidade, a era do assistente doméstico pode engrenar no Brasil assim como já é sucesso em países como os Estados Unidos!

NYT revela detalhes sobre informante e recebe fortes críticas nas redes sociais

O jornal The New York Times revelou detalhes exclusivos sobre a identidade do informante cuja denúncia baseia o pedido de impeachment contra o presidente Donald Trump. Leitores e até mesmo jornalistas que trabalham para o veículo, como Wajahat Ali, se manifestaram contra a decisão.

Para os críticos, o jornal teria colocado a vida do informante em risco e inibido futuras denúncias. Com a hashtag #CancelNYT, perfis incentivaram o cancelamento de assinaturas do veículo no Twitter. O editor executivo do jornal, Dean Banquet, defendeu a decisão, alegando que, como a credibilidade do informante estava sob ataque, publicar detalhes sobre a identidade dele poderia ajudar o público a formar sua opinião sobre o caso.

Ao publicar dados sobre o informante, o New York Times evidenciou como a imprensa não apenas relata, mas também produz fatos políticos. E os leitores não são passivos: estarão sempre atentos para interpretar, criticar e apontar o impacto daquilo que é publicado — em tempo real.

Na ONU, estratégia de Bolsonaro foi falar para seus seguidores

Em seu discurso na 74ª Assembleia-Geral da ONU, Jair Bolsonaro chegou com um texto escrito a várias mãos, ensaiado e lido no teleprompter, definiu seu público-alvo e disse o que seus entusiastas queriam ouvir. Ele e sua equipe traçaram uma estratégia e se propuseram a assumir os riscos dos resultados. A mídia internacional e nacional classificou o discurso de Bolsonaro como combativo, a oposição reprovou a postura, os seguidores do presidente elogiaram e se sentiram representados. Muitos analistas apontam que Bolsonaro chegou à ONU com uma estratégia muito clara de falar para suas bases e, nesta perspectiva, cumpriu seu objetivo.

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