PSL e Psol criticam Covas por reajuste em salário de prefeito, vice e secretários

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), sancionou nesta quinta-feira (24) um reajuste para o salário de prefeito, vice e secretários na capital paulista. O reajuste vale a partir de 2022 fazendo com que o teto do funcionalismo público municipal suba.

De autoria do Executivo, o projeto foi aprovado na Câmara de Vereadores na tarde desta quarta-feira (23). Foram 34 votos a favor, 17 contra e uma abstenção.

O salário atual do prefeito, que é de R$ 24,175 , passa a ser de cerca de R$ 35.462. Já o salário do vice terá variação de 47%, passando para mais de R$ 31 mil e dos secretários chega a quase 53% de aumento. A remuneração sai de R$ 19,3 mil e para R$ 30,1 mil.

Em nota, a Câmara de Vereadores informou que o aumento autorizado pelo PL trata da correção dos subsídios "do prefeito, vice-prefeito e secretários em patamar abaixo da inflação acumulada no período". "Desde a última correção, em 2012, a inflação acumulada chega a 63,11% pelo IPCA e 100,41% pelo IGP", disse a nota.

Reações

O aumento repercutiu entre políticos de todos espectros. O deputado estadual Gil Diniz (PSL) entrou na noite de ontem com um mandato de segurança contra o aumento de salário.

Guilherme Boulos (Psol), que foi para o segundo turno contra Covas na última eleição, também se manifestou:

Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) aproveitou para criticar a gestão tucana:

Erika Hilton (Psol-SP), mulher mais votada da cidade de São Paulo e do Brasil nas últimas eleições, disse que vai lutar para barrar o aumento na justiça:

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