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Presidência da República alegou sigilo em quase 20% dos acessos negados à informação pedidos via LAI. Foto: Marcos Corrêa/PR

Quem são os mais de cem deputados que apoiam o impeachment de Bolsonaro

19.01.2021 08:39 10
Atualizado em 20.01.2021 10:34

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10 respostas para “Quem são os mais de cem deputados que apoiam o impeachment de Bolsonaro”

  1. João Paulo M. A. disse:

    Que tolice! Só a turminha “do bem”!

  2. RômuloJ. Vieira disse:

    Tudo bem!…Consigam o impeachment,saciem seus escapismos, e depois?…Na primeira oportunidade vão querer o impeachment do outro eleito, vai ser assim mesmo?…Ah mais duvido que apareça outro pior!… Nem Cristo em pessoa agradou, ( sem comparação nenhuma), a turba é a mesma, a evolução humana é lenta demais,vão querer tirar o Pr Bolsonaro sem um porque de fato. Porcausa da pandemia?…A própria Constituição manda o Pr ficar de lado, a pandemia é obrigação dos prefeitos e governadores de estados.Ele desviou seu dinheiro de impostos?…Ele torrou seu dinheiro de impostos em propagandas inúteis?…Ele financiou regimes duvidosos no exterior com seu dinheiro?…E agora vem o pior!…Vocês acham que o grupo de conservadores que acordaram e são muitos vão ficar abanando o rabo se acontecer um impeachment sem bases concretas?…Nao sou vidente,mas já vi esse filme, coisas sem lógica não tem sustentação…

    • RN disse:

      Conservador de 3º casamento? Cristão que quer a morte dos outros? Se esse genocida chamado bobossonaro fosse honesto, ele seria trabalhador (e não mandrião); seus filhos seriam trabalhadores e não comunistas (dependem do estado); seus amigos/assessores seriam pessoas de boa índole (não um queiroz) e não praticaria peculato com o dinheiro público.

      • Jorge Teixeira Carneiro disse:

        Ih meu filho.
        O Oi-Telemar colocou 180 milhões na conta da sua firma.
        Mas é só empréstimo, viste?
        Vai ter que devolver um dia.

      • Zapata disse:

        Ae, mano! Não esquenta a cabeça que o Jorgito é a Sara Winter. Aliás, nunca argumenta nada e quando se vê encurralado xinga e faz birra…

      • RômuloJ. Vieira disse:

        Caro RN!…Não tenho ideologias, não endeuso nada nem ninguem. Tá tudo errado, mesmo contra a Ex Dilma não foi exatamente o certo. Não sou portador da psicopatia do igualitarismo que é pai e mãe do esquerdismo etc…Só vejo as coisas claras, e o que pretendem não vai consertar nada só mais atraso. Se alguem apontar de fato, mais de fato mesmo onde houve falha do Pr fale aí!…A verdade nua e crua é que o PR foi escanteado de fato pela Constituição que por fatalismo já previa pandemias, veja os artigos, e que foi confirmada por ato do Ministro Alexandre de Morais, mas lembrar prá que né…A mente coletiva pró impeachment já está funcionando. Povo rídículo e primário que somos, fazer o que, é ficar décadas condenados ao atraso em nome do “povo”.

    • Jorge Teixeira Carneiro disse:

      Claro que é.
      Abaixo a Ditadura.
      Fora Sarney.
      Fora Collor.
      Fora Itamar.
      Fora FHC.
      Fora Temer.
      Lembra do governo paralelo que eles instalaram com o LuLLadrão de presidente?

    • Jorge Teixeira Carneiro disse:

      São Escr0t0s

    • Jorge Teixeira Carneiro disse:

      PT criou “governo
      paralelo” para
      fiscalizar Collor

      DA REDAÇÃO

      Em julho de 1990, após a posse de Fernando Collor de Mello
      na Presidência -que havia
      derrotado Luiz Inácio Lula da
      Silva na eleição de 1989-, o PT
      anunciou a instalação de um
      “governo paralelo”.

      A organização tinha como
      objetivo principal fiscalizar as
      medidas adotadas pelo então
      presidente e enviar propostas
      ao governo.

      Os líderes do “governo paralelo”, entre eles o próprio presidente eleito, Lula, o deputado
      José Dirceu (SP) e o senador
      eleito Aloizio Mercadante (SP),
      pretendiam, além de fiscalizar
      Collor, “treinar” para um eventual governo do PT no futuro.

      “Vamos mostrar o que faríamos em cada situação concreta
      se estivéssemos no poder”, afirmou Dirceu à época. Segundo
      ele, o PT queria mostrar “a vocação para o governo” que o
      partido teria.

      Entre outros, faziam parte do
      “governo”, no papel de “ministros”, a atual governadora do
      Rio de Janeiro, Benedita da Silva, na pasta da Defesa da Cidadania e
      Combate às Discriminações, o senador eleito Cristovam Buarque
      -ex-governador do Distrito Federal e cotado para ser ministro da
      Educação no governo Lula-, que era
      responsável por Educação e
      Desenvolvimento, e o deputado Paulo Paim (RS), por Trabalho e
      Previdência.

  3. Zapata disse:

    Fooooooooooraaaaa Biroliro! FOGO NO LARANJAL, PEGA FOGO CABARÉ!!

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