Nova fase da Lava Jato mira propina da Odebrecht a funcionários e agentes do MDB

 

A Operação Lava Jato desencadeou, nesta terça-feira (8), sua 51ª etapa, batizada de Deja Vu. São cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e dois de temporária no Rio de Janeiro, em São Paulo e no Espírito Santo. A nova fase mira o pagamento de propina de US$ 56,5 milhões entre 2010 e 2012. Desse total, US$ 25 milhões eram destinados a funcionários da Petrobras e US$ 31 milhões a intermediários de políticos do MDB.

Os valores, segundo a Polícia Federal, foram pagos em troca de contrato de mais de US$ 825 milhões, firmado pela construtora Norberto Odebrecht com a Petrobras.

São apurados os crimes de corrupção, associação criminosa, fraudes em contratações públicas, crimes contra o sistema financeiro nacional e de lavagem de dinheiro, entre outros.

De acordo com os investigadores, a empresa obtinha contratos junto à Petrobras, em valores superfaturados, mediante o pagamento de vantagens indevidas a executivos e gerentes da empresa petrolífera. O dinheiro era repassado por meio de empresas offshores no exterior.

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