Temer sanciona reforma trabalhista

Antônio Cruz / Agência Brasil

Temer iria sancionar a lei na próxima semana, mas adiantou a assinatura para esta quinta-feira (13) para tentar demonstrar força política

 

O presidente Michel Temer (PMDB) sancionou na tarde desta quinta-feira (13) a reforma trabalhista aprovada pelo plenário do Senado na última terça (11). A reforma foi aprovada por 50 votos a 20. Dos 50 senadores que votaram favoravelmente, 37 declararam possuir ou ter participação societária em empresas ou fazendas.

Em cerimônia com pompa no Palácio do Planalto, Temer estava ladeado por fieis defensores da reforma. Para elogiar a reforma, foram convidados a falar os ministros Ronaldo Nogueira (Trabalho), Eliseu Padilha (Casa Civil) e Henrique Meirelles (Fazenda), o presidente do Tribunal Superior do Trabalho, Ives Gandra Filho e os relatores da reforma na Câmara e no Senado, Rogério Marinho (PSDB-RN) e Romero Jucá (PMDB-RR), respectivamente. Outros ministros e parlamentares da base do governo também foram acompanhar a cerimônia.

A previsão era que Temer sancionasse a lei apenas na próxima semana, mas em tentativa de mostrar que o governo ainda respira, resolveu adiantar a validação da lei. Antes de assinar a lei, Temer disse que a importância da sanção da lei levou ao Planalto praticamente todos os ministros.

Temer afirmou que a reforma é “mais um passo rumo a um Brasil de mais crescimento, empregos e oportunidades”. Temer afirmou ainda que a discussão em torno da reforma “nãos tinha conteúdo” e era puramente política.

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