Apesar de dois pedidos de liminar que tentavam impedir os funcionários do metrô e do transporte de ônibus na capital de aderirem à greve, o transporte público em Brasília foi totalmente paralisado nesta sexta-feira (28). Os pedidos foram realizados pelo governo do DF, que requereu a suspensão da adesão dos metroviários e rodoviários ao movimento grevista sob a alegação de que a interrupção dos serviços prejudicaria a mobilidade urbana.
No entanto, o desembargador Pedro Luís Vicentin Foltran, do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT-10), negou os pedidos do GDF e ressaltou que a paralisação faz parte de um movimento peculiar, sem foco exclusivo nas demandas de uma determinada categoria profissional. Os moradores da capital que dependem do transporte público estão tendo que se deslocar por meio de transporte pirata, táxi ou Uber.
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As estações do metrô amanheceram fechadas e os ônibus permaneceram nas garagens. No entanto, os dois meios de transporte da capital anunciaram ontem (quinta-feira, 27) que os trens e ônibus não funcionariam por causa das manifestações contra a reforma trabalhista e da previdência nesta sexta-feira (28).
O prédio do Congresso Nacional tem segurança reforçada e o acesso de carro fechado, apesar de vários carros de som de centrais sindicais estarem estacionados no começo da Esplanda.
Para evitar os congestionamentos e facilitar a circulação de carros, o DER anunciou que as faixas exclusivas para ônibus na EPTG e EPNB foram liberadas.
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