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As oscilações dos cenários na sucessão presidencial

 

Portanto, a escolha se dará entre atores já presentes no quadro político tradicional. Remanescem as candidaturas de Geraldo Alckmin, Marina Silva, Ciro Gomes, Henrique Meireles, Rodrigo Maia e Jair Bolsonaro. O PT permanece escravo da estratégia pessoal de Lula. Quanto mais retardar o lançamento de outro nome, como Fernando Haddad ou Jaques Wagner, mais essa candidatura será tomada como um improviso ou um estepe.

Os candidatos ainda não explicitaram suas propostas e estratégias para tirar o Brasil da crise. Não houve um verdadeiro debate. As trajetórias pessoais dos candidatos ainda não foram submetidas à lupa crítica do eleitorado. Ou seja, o jogo está só começando.

O Brasil tem pressa. A realidade cobra mudanças urgentes que reposicionem o país. A inflação e os juros básicos se encontram em patamares baixíssimos. Mas a taxa de investimento e de crescimento também. E sem reformas estruturais não conseguiremos superar as armadilhas e gargalos da economia brasileira.

Cabe a cada um de nós revalorizar a política como arena de tomada de decisões. O populismo e a demagogia não nos levarão a bom porto. A superação de crise tão complexa não é coisa para amadores. Muitos atores ainda podem abandonar o palco. Mas o essencial é que façamos uma escolha que reflita as verdadeiras necessidades do Brasil.

 

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