Não se fazem mais casamentos como antigamente

Há poucos dias Chen Wei-yi casou-se lá em Taiwan. Trata-se de uma jovem de 30 anos que vestiu-se de branco para ir perante um altar, na presença de dezenas de parentes e amigos, casar-se... com ela mesma. O primeiro caso de “autocasamento” que conheci.

Enquanto isso, na Índia, Karnamoni e Bachchan também contraíram núpcias. Ela, uma menina de apenas nove anos, e ele um cachorro – que apresentou-se perante o altar devidamente paramentado com um manto café, preto e branco.

No Nepal um outro cachorro também encontrou a felicidade conjugal – porém com uma senhora de 75 anos, chamada Phulram Chaudhary. As bodas movimentaram a pequena vila de Durgauli, na qual ambos residem.

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Em Moçambique, dois elementos decidiram estuprar (?) uma cabra. Foram apanhados pela polícia. Resultado: o dono da infeliz vítima está nos tribunais querendo que ambos sejam condenados a casar com ela – não se sabe a opinião da cabra a respeito deste processo.

Já no Egito uma garçonete de apenas 25 anos de idade foi parar na cadeia. Acredite, ela casou-se sete vezes em apenas 45 dias! Pelo menos todos estes casamentos foram com seres humanos.

Nos Estados Unidos, Diane Zamora, 25 anos, e Steven Mora, 27, contraíram núpcias. O problema é que ambos estão em uma penitenciária, condenados a dezenas de anos de prisão, e somente poderão se encontrar para a lua-de-mel em 2036.

De volta à Índia, um noivo chegou à igreja bêbado demais para casar-se. Furiosa, a noiva decidiu ir para o altar com o irmão dele, a fim de “não perder a viagem”. Após curado do fenomenal porre, o noivo traído declarou, chorando, que “nunca mais irá se casar”. Ele fará companhia a Dane Bonovic, 75 anos, um bósnio que virou ermitão e habita sozinho uma caverna há 35 anos, após ter sido traído pela esposa. Decerto pensando nestes casos um tribunal italiano deu licença aos maridos traídos para ofenderem publicamente suas esposas, considerando um “justificado estado de ira”.

Quem também não quer saber de casar é um japonês chamado Tatsuhiko Kawata. O dito cujo chegou ao hotel no qual contrairia núpcias, e, após pensar bem, provocou um grande incêndio para continuar solteiro – o único inconveniente desta estratégia é que ele acabou preso.

E na China? Há poucos meses a polícia prendeu um pessoal especializado em arrumar noivas para fantasmas. Funcionava assim: sempre que morria um homem solteiro, eles eram contratados para arrumar uma jovem solteira e matá-la, a fim de que ela contraísse núpcias com o defunto nas paragens celestiais.

Quem também acabou atrás das grades foi o casal Brian e Mindy Dykes. Eles resolveram assaltar a capela na qual estavam se casando, em Sevierville (EUA). Arrombaram uma porta e carregaram US$ 500.

Pior ainda é a situação do nigeriano Mohammed Abubakar, um senhor de 84 anos. Ele foi condenado à morte por ter 86 esposas, com as quais teve 170 filhos. Por dia, só em refeições, ele gasta US$ 850.

Para completar há o caso de uma senhora indiana de 78 anos que espancou o marido de 84 por conta de um episódio de infidelidade conjugal – acontecido há 35 anos. O infeliz velhinho, por conta deste desatino, teve o pulso e várias costelas quebradas.

Talvez pensando em episódios deste quilate, lamentavelmente comuns pelo planeta afora, Vercors tenha exclamado que “a humanidade não é um estado a que se ascenda. É uma dignidade que se conquista”.

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