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Para parlamentares, Prêmio Congresso em Foco ganha importância ainda maior em ano eleitoral

 

Criado para estimular a cidadania a acompanhar o desempenho individual dos deputados e senadores, de maneira a reconhecer o trabalho de quem se destaca positivamente, o Prêmio Congresso em Foco chega a sua 11ª edição e já movimenta a cena política, em um ano especial por ser eleitoral. Para o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), premiado em três categorias no evento do último ano, o prêmio “se consolidou como um verdadeiro 'Oscar' da política, propondo-se à tarefa urgente e crítica de separar o joio do trigo em um Congresso cada vez menos prestigiado”.

Com a proximidade das eleições, em sua opinião, a relevância da premiação acentua-se ainda mais, já que poderá servir de relevante indicador da qualidade da atuação legislativa daqueles que postulam a reeleição. Anualmente o prêmio homenageia os parlamentares federais mais bem avaliados pela população, por um júri especializado e pelos jornalistas que cobrem o Congresso. Por sua singularidade, se transformou em um grande fato.

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Rodrigo Pacheco (MDB-MG), um dos deputados mais bem avaliados pelo júri especializado em 2017, avaliou que o prêmio pode ter grande influência nas eleições deste ano. Cotado ao governo de Minas Gerais pelo DEM, partido para o qual deve migrar nesta janela partidária, o deputado disse que o prêmio do ano passado teve significado muito grande para ele e, neste ano, os vencedores terão uma prova de qualidade para levar para a campanha. “Em ano eleitoral é muito importante, porque acaba por ser um carimbo de qualidade no mandato do parlamentar para aqueles que vão para a reeleição ou vão disputar algum outro cargo”.

O senador Randolfe Rodrigues avaliou que a premiação transcende o reconhecimento individual de bons parlamentares. "Ao fazê-lo por meio de uma metodologia transparente e ancorada na credibilidade incontestável de um veículo da envergadura do Congresso em Foco, abandona-se o conforto do lugar comum de desprestígio e descrença generalizada em que os maus políticos lançaram o Parlamento, resgatando-se a importância e o sentido de instituições democráticas conectadas com a Cidadania”, ressaltou.

Novas regras

Até o dia 16 deste mês, está aberto o período para que qualquer cidadão interessado possa contribuir com críticas e sugestões de aprimoramento do regulamento para a premiação em 2018 e, assim, nos ajudar a elaborar as regras, aprimorando questões anteriores ou sugerindo acréscimos de novos itens. Estamos recebendo as sugestões pelo e-mail: premio@congressoemfoco.com.br.

O parlamentar amapaense disse considerar a metodologia transparente e equilibrada, em um formato que valoriza a participação direta de cidadãos e de profissionais que examinam os rumos da política nacional diariamente. Como contribuição para o aprimoramento dessa nova etapa, ele acredita que a inclusão de uma nova categoria voltada para esforços de parlamentares pela promoção da cidadania feminina será importante.

A senadora Ana Amélia (PP-RS) afirmou a iniciativa dá caráter ainda mais democrático e transparente ao prêmio. A gaúcha foi uma das vencedoras do ano passado pelo voto popular e foi eleita a melhor senadora pelo júri. A opinião dela é compartilhada por Rodrigo Pacheco. “É muito da essência do Congresso em Foco, e é muito democrático”, disse o deputado mineiro.

Para Ana Amélia, o Prêmio também “obedece a Lei da Ficha Limpa” e se antecipa à Justiça eleitoral ao pré-selecionar e impedir que parlamentares investigados possam concorrer ao prêmio. “Penso que seria relevante instituir uma categoria que premiasse os esforços de parlamentares que se dedicassem à promoção da cidadania feminina, considerando o enorme déficit de representatividade de gênero de que padece o Parlamento”, sugeriu Randolfe Rodrigues.

Já Pacheco afirmou que a inclusão do prêmio do júri, pela primeira vez em 2017, foi fundamental e equilibrou ainda mais o prêmio, evitando que parlamentares que tenham atuação “profissional” nas redes levem vantagem na votação. “Ter a escolha por meio da internet e também pelo júri especializado, que pode medir mais tecnicamente os deputados e senadores foi fundamental, pois estabelece duas categorias de escolha, e eu acho isso muito positivo”

Na 10ª edição do Prêmio, ocorrida no ano passado, Randolfe ficou em 1º lugar na avaliação dos jornalistas que cobrem o Congresso, em 5ª lugar pelo voto popular e em 3º na categoria especial Combate à Corrupção e ao Crime Organizado na avaliação do júri.

O deputado Glauber Braga (Psol-RJ), também premiado no último ano em mais de uma categoria, ressaltou que o prêmio será importante, para que as pessoas façam um balanço crítico do Parlamento. “Eu considero que assim é uma ferramenta importante, entre outras, para que o eleitor brasileiro possa fazer sua avaliação daqueles que representam os seus interesses no exercício do mandato parlamentar”.

A votação digital mobiliza milhares de pessoas em sites, blogs e nas mídias sociais. A premiação, sempre cercada de grandes expectativas, passou a ser conhecida como o “Oscar da política brasileira”. E a cada ano o prêmio ganha mais importância e prestígio.

 

Em 2017, foram validados mais de 1 milhão de votos recebidos pela internet, após auditagem interna e externa – esta última, a cargo da Associação dos Peritos Criminais Federais (APCF). Na edição anterior, haviam sido validados cerca de 650 mil votos. O crescimento foi de 60%.

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Criado para estimular a cidadania a acompanhar o desempenho individual dos deputados e senadores, de maneira a reconhecer o trabalho de quem se destaca positivamente, o Prêmio Congresso em Foco chega a sua 11ª edição e já movimenta a cena política, em um ano especial por ser eleitoral. Para o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), premiado em três categorias no evento do último ano, o prêmio “se consolidou como um verdadeiro “Oscar” da política, propondo-se à tarefa urgente e crítica de separar o joio do trigo em um Congresso cada vez menos prestigiado”.
Com a proximidade das eleições, em sua opinião, a relevância da premiação acentua-se ainda mais, já que poderá servir de relevante indicador da qualidade da atuação legislativa daqueles que postulam a reeleição.  Anualmente o Prêmio Congresso em Foco premia os parlamentares federais mais bem avaliados pela população, por um júri especializado e pelos jornalistas que cobrem o Congresso Nacional. Por sua singularidade, se transformou em um grande fato.
Rodrigo Pacheco (MDB-MG), um dos deputados mais bem avaliados pelo júri especializado em 2017, avaliou que o prêmio pode ter influência grande nas eleições deste ano. Cotado ao governo de Minas Gerais, ele disse que o prêmio do ano passado teve significado muito grande para ele e, neste ano, os vencedores terão uma prova de qualidade para levar para a campanha. “Em ano eleitoral é muito importante, porque acaba por ser um carimbo de qualidade no mandato do parlamentar para aqueles que vão para a reeleição ou vão disputar algum outro cargo”.
“A importância da premiação transcende em muito o reconhecimento individual de bons parlamentares, porque, ao fazê-lo por meio de uma metodologia transparente e ancorada na credibilidade incontestável de um veículo da envergadura do Congresso em Foco, abandona-se o conforto do lugar comum de desprestígio e descrença generalizada em que os maus políticos lançaram o Parlamento, resgatando-se a importância e o sentido de instituições democráticas conectadas com a Cidadania”, ressaltou.
Novas regras
Até o dia 16 deste mês, está aberto o período para que qualquer cidadão interessado possa contribuir com críticas e sugestões de aprimoramento do regulamento para a premiação em 2018 e, assim, nos ajudar a elaborar as regras, aprimorando questões anteriores ou sugerindo acréscimos de novos itens.
O senador amapaense disse considerar a metodologia transparente e equilibrada, em um formato que valoriza a participação direta de cidadãos e de profissionais que examinam os rumos da política nacional diariamente. Como contribuição para o aprimoramento dessa nova etapa, ele acredita que a inclusão de uma nova categoria voltada para esforços de parlamentares pela promoção da cidadania feminina será importante.
A senadora Ana Amélia (PP-RS) afirmou a iniciativa dá caráter ainda mais democrático e transparente ao prêmio. A gaúcha foi uma das vencedoras do ano passado pelo voto popular e foi eleita a melhor senadora pelo júri. A opinião da senadora é compartilhada pelo deputado Rodrigo Pacheco. “É muito da essência do Congresso em Foco, e é muito democrático”, disse o deputado mineiro.
Para Ana Amélia, o Prêmio também “obedece a Lei da Ficha Limpa” e se antecipa à Justiça eleitoral ao pré-selecionar e impedir que parlamentares investigados possam concorrer ao prêmio. “O Congresso em Foco se antecipa à Justiça eleitoral e aplica a lei da ficha limpa”.
“Penso que seria relevante instituir uma categoria que premiasse os esforços de parlamentares que se dedicassem à promoção da cidadania feminina, considerando o enorme déficit de representatividade de gênero de que padece o Parlamento”, sugeriu Randolfe Rodrigues.
Já Pacheco afirmou que a inclusão do prêmio do júri, pela primeira vez em 2017, foi fundamental e equilibrou ainda mais o prêmio, evitando que parlamentares que tenham atuação “profissional” nas redes levem vantagem na votação. “Ter a escolha por meio da internet e também pelo júri especializado, que pode medir mais tecnicamente os deputados e senadores foi fundamental, pois estabelece duas categorias de escolha, e eu acho isso muito positivo”
Na 10ª edição do Prêmio, ocorrida no ano passado, Randolfe ficou em 1º lugar na avaliação dos jornalistas que cobrem o Congresso, em 5ª lugar pelo voto popular e em 3º na categoria especial Combate à Corrupção e ao Crime Organizado na avaliação do júri.
O deputado Glauber Braga (Psol-RJ), também premiado no último ano em mais de uma categoria, ressaltou que o Prêmio será importante, para que as pessoas façam um balanço crítico do Parlamento. “Eu considero que assim é uma ferramenta importante, entre outras, para que o eleitor brasileiro possa fazer sua avaliação daqueles que representam os seus interesses no exercício do mandato parlamentar”.
A votação digital mobiliza milhares de pessoas em sites, blogs e nas mídias sociais. A premiação, sempre cercada de grandes expectativas, passou a ser conhecida como o “Oscar da política brasileira”. E a cada ano o prêmio ganha mais importância e prestígio.
Em 2017, foram validados mais de 1 milhão de votos recebidos pela internet, após auditagem interna e externa – esta última, a cargo da Associação dos Peritos Criminais Federais (APCF). Na edição anterior, haviam sido validados cerca de 650 mil votos. O crescimento foi de 60%.

 

Criado para estimular a cidadania a acompanhar o desempenho individual dos deputados e senadores, de maneira a reconhecer o trabalho de quem se destaca positivamente, o Prêmio Congresso em Foco chega a sua 11ª edição e já movimenta a cena política, em um ano especial por ser eleitoral. Para o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), premiado em três categorias no evento do último ano, o prêmio “se consolidou como um verdadeiro “Oscar” da política, propondo-se à tarefa urgente e crítica de separar o joio do trigo em um Congresso cada vez menos prestigiado”.

Com a proximidade das eleições, em sua opinião, a relevância da premiação acentua-se ainda mais, já que poderá servir de relevante indicador da qualidade da atuação legislativa daqueles que postulam a reeleição.  Anualmente o Prêmio Congresso em Foco premia os parlamentares federais mais bem avaliados pela população, por um júri especializado e pelos jornalistas que cobrem o Congresso Nacional. Por sua singularidade, se transformou em um grande fato.

Rodrigo Pacheco (MDB-MG), um dos deputados mais bem avaliados pelo júri especializado em 2017, avaliou que o prêmio pode ter influência grande nas eleições deste ano. Cotado ao governo de Minas Gerais, ele disse que o prêmio do ano passado teve significado muito grande para ele e, neste ano, os vencedores terão uma prova de qualidade para levar para a campanha. “Em ano eleitoral é muito importante, porque acaba por ser um carimbo de qualidade no mandato do parlamentar para aqueles que vão para a reeleição ou vão disputar algum outro cargo”.

“A importância da premiação transcende em muito o reconhecimento individual de bons parlamentares, porque, ao fazê-lo por meio de uma metodologia transparente e ancorada na credibilidade incontestável de um veículo da envergadura do Congresso em Foco, abandona-se o conforto do lugar comum de desprestígio e descrença generalizada em que os maus políticos lançaram o Parlamento, resgatando-se a importância e o sentido de instituições democráticas conectadas com a Cidadania”, ressaltou.

Novas regras

Até o dia 16 deste mês, está aberto o período para que qualquer cidadão interessado possa contribuir com críticas e sugestões de aprimoramento do regulamento para a premiação em 2018 e, assim, nos ajudar a elaborar as regras, aprimorando questões anteriores ou sugerindo acréscimos de novos itens.

O senador amapaense disse considerar a metodologia transparente e equilibrada, em um formato que valoriza a participação direta de cidadãos e de profissionais que examinam os rumos da política nacional diariamente. Como contribuição para o aprimoramento dessa nova etapa, ele acredita que a inclusão de uma nova categoria voltada para esforços de parlamentares pela promoção da cidadania feminina será importante.

A senadora Ana Amélia (PP-RS) afirmou a iniciativa dá caráter ainda mais democrático e transparente ao prêmio. A gaúcha foi uma das vencedoras do ano passado pelo voto popular e foi eleita a melhor senadora pelo júri. A opinião da senadora é compartilhada pelo deputado Rodrigo Pacheco. “É muito da essência do Congresso em Foco, e é muito democrático”, disse o deputado mineiro.

Para Ana Amélia, o Prêmio também “obedece a Lei da Ficha Limpa” e se antecipa à Justiça eleitoral ao pré-selecionar e impedir que parlamentares investigados possam concorrer ao prêmio. “O Congresso em Foco se antecipa à Justiça eleitoral e aplica a lei da ficha limpa”.

“Penso que seria relevante instituir uma categoria que premiasse os esforços de parlamentares que se dedicassem à promoção da cidadania feminina, considerando o enorme déficit de representatividade de gênero de que padece o Parlamento”, sugeriu Randolfe Rodrigues.

Já Pacheco afirmou que a inclusão do prêmio do júri, pela primeira vez em 2017, foi fundamental e equilibrou ainda mais o prêmio, evitando que parlamentares que tenham atuação “profissional” nas redes levem vantagem na votação. “Ter a escolha por meio da internet e também pelo júri especializado, que pode medir mais tecnicamente os deputados e senadores foi fundamental, pois estabelece duas categorias de escolha, e eu acho isso muito positivo”

Na 10ª edição do Prêmio, ocorrida no ano passado, Randolfe ficou em 1º lugar na avaliação dos jornalistas que cobrem o Congresso, em 5ª lugar pelo voto popular e em 3º na categoria especial Combate à Corrupção e ao Crime Organizado na avaliação do júri.

O deputado Glauber Braga (Psol-RJ), também premiado no último ano em mais de uma categoria, ressaltou que o Prêmio será importante, para que as pessoas façam um balanço crítico do Parlamento. “Eu considero que assim é uma ferramenta importante, entre outras, para que o eleitor brasileiro possa fazer sua avaliação daqueles que representam os seus interesses no exercício do mandato parlamentar”.

A votação digital mobiliza milhares de pessoas em sites, blogs e nas mídias sociais. A premiação, sempre cercada de grandes expectativas, passou a ser conhecida como o “Oscar da política brasileira”. E a cada ano o prêmio ganha mais importância e prestígio.

Em 2017, foram validados mais de 1 milhão de votos recebidos pela internet, após auditagem interna e externa – esta última, a cargo da Associação dos Peritos Criminais Federais (APCF). Na edição anterior, haviam sido validados cerca de 650 mil votos. O crescimento foi de 60%.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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