Jornais: Polícia reage com violência e 192 são presos

No 4º ato contra tarifa, PM cerca manifestantes e usa balas de borracha e bombas de gás; dezenas de pessoas ficam feridas, informa a Folha

FOLHA DE S.PAULO

Polícia reage com violência a protesto e SP vive noite de caos

No 4º ato contra tarifa, PM cerca manifestantes e usa balas de borracha e bombas de gás; dezenas de pessoas ficam feridas e 192 são detidas

Distúrbios começaram com ação da Tropa de Choque

Quem acompanhou a manifestação pode assegurar: os distúrbios começaram por um grupo de uns 20 homens da Tropa de Choque, que chegaram com esse propósito

Jornalistas da Folha levam tiros da PM; sete são atingidos

Sete jornalistas da Folha foram atingidos pela PM, incluindo Giuliana Vallone e Fabio Braga, feridos no rosto por balas de borracha

Petrobras está impedida de fazer comércio internacional

Devido a uma dívida de R$ 7,3 bilhões, a Petrobras está impedida de importar, exportar e de participar de rodadas de leilão do pré-sal, segundo a própria estatal

EUA afirmam que Síria usou armas químicas contra rebeldes

Os EUA disseram ter informações de que tropas do presidente sírio, Bashar al-Assad, lançaram mão de armas químicas contra os rebeldes

Hélio Schwartsman

Democracia precisa aprender a conviver com manifestações

 

O GLOBO

 

Tensão urbana: Confronto se agrava em SP, com mais prisões e feridos

No Rio de Janeiro, protesto no centro começou pacífico, mas terminou com violência; estudantes picharam muros de prédios tombados, atearam fogo em latas de lixo e quebraram vidros de agências bancárias.

Na quarta manifestação contra o aumento das tarifas de ônibus em São Paulo, a repressão cresceu e a violência mais uma vez tomou conta da cidade. A polícia tentou, sem sucesso, esvaziar a manifestação com prisões preventivas e o uso de sua tropa de choque. Foram 137 detidos, o maior número até agora. Ao menos nove jornalistas acabaram feridos ou presos. Em nota, a Anistia Internacional condenou o aumento da repressão. Governo e Prefeitura avisaram que não baixarão as tarifas, e o Ministério da Justiça ofereceu ajuda. No Rio, o protesto terminou com confronto com a PM.

Artigo: Elio Gaspari: A PM começou a batalha

Foi uma cena típica de um conflito de canibais com os antropófagos.

Grupo X já deve mais do que vale

As empresas de Eike Batista têm dívida de R$ 18,8 bi, acima dos R$ 18 bi de seu patrimônio líquido. Além disso, perderam R$ 86 bi em valor de mercado desde 2010, data do seu apogeu na Bolsa. Empresário busca sócio para o Hotel Glória. (Págs. 1 e 21)

Novos partidos: STF deve derrubar liminar

Cinco dos dez ministros do STF votaram ontem pela derrubada da liminar, do ministro Gilmar Mendes, que suspendeu a tramitação no Congresso de projeto de lei que limita a criação de novos partidos. Três ainda não votaram, mas entre eles está Joaquim Barbosa, que já se manifestou contrário à decisão de Gilmar.

Armas químicas na Síria: EUA darão ajuda militar a rebeldes

Após acusar o regime sírio de usar armas químicas, os EUA decidiram ampliar a ajuda militar aos rebeldes na guerra que já matou 93 mil pessoas.

Hong Kong interpela EUA

Território pede explicações sobre acusação de ataques cibernéticos feita por ex-funcionário da CIA.

Menem é condenado a 7 anos

Numa sentença histórica, a Justiça argentina condenou o ex-presidente por contrabando de armas.

Ruralistas devem parar rodovias hoje

 

O ESTADO DE S. PAULO

 

Paulistano fica 'refém' de bombas em novo confronto

Motoristas e pedestres ficaram no meio do fogo cruzado entre policiais e manifestantes no quarto dia de protestos do Movimento Passe Livre contra o aumento da tarifa de ônibus, ontem, em SP. As cerca de 10 mil pessoas se concentraram no centro da cidade. Para evitar que chegassem à Avenida Paulista, a polícia cercou o grupo na Rua da Consolação, onde começou o confronto. De um lado, a tropa de choque jogava bombas e disparava balas de borracha. Do outro, manifestantes respondiam com pedras e fogos de artifício. No meio, pessoas que tentavam voltar para casa. Bombas caíram perto do câmpus da PUC-SP no centro. A Consolação foi liberada às 20h, mas os protestos continuaram. Meia hora depois, barricadas foram erguidas na Rua Augusta. A manifestação foi o ápice de um dia complicado, que começou com a paralisação de parte da CPTM. Pelo menos 14 milhão de pessoas foram afetadas pela greve.

Redução da tarifa é descartada

Tanto o governador Geraldo Alckmin (PSDB) quanto o prefeito Fernando Haddad (PT) descartaram reduzir tarifas.

Dilma usará privatizações para atingir meta de superávit

A presidente Dilma Rousseff decidiu usar todo o dinheiro obtido com as concessões de infraestrutura para atingir a meta do superávit primário. Nas contas do governo, as privatizações previstas para o segundo semestre, como de blocos de petróleo e gás, aeroportos e rodovias, devem render pouco mais de R$ 30 bilhões. A principal aposta vai para o leilão do poço de petróleo Libra, na Bacia de Santos, de onde viriam entre R$ 17 bilhões e R$ 25 bilhões. Outros R$ 13 bilhões devem sair das licitações dos aeroportos do Galeão (RJ) e de Confins (MG), previstas para ocorrer em setembro. Artigo inserido na MP 600, de dezembro, permite que os recursos obtidos com os terminais sejam depositados na conta única do Tesouro, o que era vetado até então. Expediente semelhante utilizado no governo FHC foi criticado pela presidente Dilma em agosto de 2012, quando ela anunciou as concessões de rodovias e ferrovias.

Débito impede Petrobrás de exportar e importar

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional revogou a Certidão Negativa de Débitos da Petrobrás em razão de uma dívida de R$ 7,39 bilhões com o Fisco. A decisão impede a empresa de importar e exportar petróleo e derivados, além de não poder participar da disputa de blocos de exploração do pré-sal. A Petrobrás perdeu a certidão, necessária para operações comerciais, em meio a uma disputa judicial com a Receita Federal.

EUA dizem ter provas de que a Síria usou armas químicas

Os EUA anunciaram ontem ter provas de que o governo de Bashar Assad usou armas químicas, incluindo o gás sarin, contra forças rebeldes na guerra civil que já dura 2 anos na Síria. Ao menos 100 pessoas teriam morrido nesses ataques. O anúncio muda a atitude da Casa Branca em relação ao conflito que, segundo a ONU, já deixou quase 93 mil mortos. A Casa Branca determinou o envio de armas para a oposição. A adoção de uma zona de exclusão aérea também está nos planos.

Comunicado do conselho de segurança dos EUA:

“O presidente (Barack Obama) deixou claro que o uso de armas químicas era uma linha vermelha para os EUA agirem"

Iranianos votam hoje e oposição prega boicote

 

STF deve liberar trâmite de projeto

A maioria dos ministros do STF se mostra favorável à tramitação no Congresso do projeto que dificulta criação de partidos. Plenário analisa liminar de Gilmar Mendes.

 

CORREIO BRAZILIENSE

 

Enquanto o show não começa

Neymar desabafa — O atacante ficou irritado com perguntas sobre seu baixo rendimento nos últimos jogos e pediu à torcida que apoie a Seleção na Copa das Confederações. No primeiro treino em Brasília, Felipão mantém o time que venceu a França para enfrentar o Japão, amanhã.

Japoneses se empolgam

Bem recebidos na capital, os rivais do Brasil dizem ter chances de vencer o jogo de amanhã.

Turistas chegam

A bordo de uma kombi que já rodou o mundo, paulistas trazem bandeiras e muita alegria.

Matheus, 17 anos, treina com a Seleção e ganha par de chuteiras

Cidade espera faturar quase R$19 milhões com a partida.

Inflação: Aperto maior para a classe C

Segundo o IBGE, o aumento nos preços paralisou a ascensão social no Brasil. Juros e dólar devem prejudicar o consumo.

Concurso: Transparência zero na Anvisa

Até o futuro presidente da agência admitiu que houve irregularidades na seleção, mas o órgão mantém silêncio.

Eleição: Folga no dia do recadastramento

TRE-DF decide que os trabalhadores devem ser liberados para a atualização de dados na Justiça eleitoral, obrigatória até março de 2014.

Protestos levam mais 60 à prisão

Manifestantes e PMs voltam a entrar em confronto na Avenida Paulista, em São Paulo. Houve feridos. No Rio de Janeiro, o ato contra o reajuste nas tarifas de ônibus foi pacífico.

Continuar lendo

Assine e obtenha atualizações em tempo real em seu dispositivo!