Com jogo da seleção, Congresso não terá votações nesta semana

Atividades mais importantes serão depoimentos e reuniões das CPIs da Petrobras e do Conselho de Ética da Câmara. Brasil enfrenta Alemanha amanhã

Com o jogo da seleção brasileira na terça-feira (8), o Congresso não terá nenhuma votação está semana. As atividades devem ser retomadas apenas na semana que vem, com a análise da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), e a entrada oficial no recesso parlamentar. Por causa da Copa do Mundo, das festas juninas e das eleições, as atividades mais intensas e relevantes no Parlamento só devem ser retomadas, de fato, em fevereiro de 2015. Nesta segunda-feira (7), o plenário da Câmara abriu, mas só para discursos.

Amanhã, o Brasil enfrenta a Alemanha pelas semifinais da Copa do Mundo, em Belo Horizonte (MG), às 17h. o time de Felipão terá os desfalques de Neymar, lesionado, e Thiago Silva, que tomou o segundo cartão amarelo. O técnico poderá, se quiser, relacionar o meio-campista Luiz Gustavo, que volta de suspensão. Quem vencer enfrentará o vencedor de Holanda e Argentina na final do Mundial.

Na quarta-feira (8), a principal atividade do Congresso será a duas CPIs da Petrobras. A do Senado toma depoimentos de um gerente da petroleira e de um sindicalista do norte do Rio. A comissão mista vai tentar, pela terceira vez, votar requerimentos de convocação e quebras de sigilo. Nas últimas duas vezes, a oposição cochilou e a base aliada se aproveitou disso para que a reunião não tivesse quórum suficiente para votações. Não se sabe se, desta vez, alguma coisa conseguirá ser votada.

No mesmo dia, o Conselho de Ética da Câmara deve ouvir mais testemunhas nos processos que apuram se os deputados André Vargas (ex-PT-PR) e Luiz Argôlo (SD-BA) quebraram o decoro parlamentar em suas relações com o doleiro Alberto Youssef, réu na Operação Lava Jato, que desmontou esquemas de lavagem de dinheiro e irregularidades na Petrobras.

Na quinta e sexta-feira, só discursos no plenário do Senado e da Câmara. Durante toda a semana, deputados e senadores estarão mais envolvidos com as campanhas eleitorais em seus estados.

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