Geraldo Resende (PMDB-MS)

Responde ao Inquérito 3352 (corrupção passiva).

“O deputado busca a rapidez nas investigações e lembra que foi o primeiro a denunciar os indícios de malversação do dinheiro público. O parlamentar aguarda tranquilo a conclusão das investigações”, diz a assessoria.

Leia a íntegra da resposta:

“O Inquérito 3352, instaurado no dia 1º de fevereiro deste ano, autorizado pelo ministro Marco Aurélio de Mello do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou os dados bancários e fiscais do deputado Geraldo Resende (PMDB), bem como um relatório pormenorizado das emendas individuais do parlamentar.

Faz-se importante ressaltar que, como divulgado na imprensa local, o deputado Geraldo Resende, no dia 23 de novembro de 2011, entregou todos os documentos que seriam solicitados para antecipar e proporcionar celeridade às futuras investigações. Os levantamentos têm como objetivo averiguar um esquema de desvio de dinheiro público no município de Dourados, em Mato Grosso do Sul. Estas investigações da Polícia Federal foram batizadas como operação Uragano.

O escândalo político levou o prefeito da época Ari Artuzi, o vice-prefeito e quase todos os vereadores para a cadeia. Em fevereiro de 2011, os eleitores do município participaram de uma eleição extemporânea e elegeram um novo prefeito.

O deputado busca a rapidez nas investigações e lembra que foi o primeiro a denunciar os indícios de malversação do dinheiro público, acionando por 18 vezes os Ministérios Públicos Federal (MPF) e Estadual (MPE), a Controladoria Geral da União (CGU), Tribunal de Contas da União (TCU), dentre outros órgãos de controle. Geraldo também esclarece que politicamente, “sempre fiz oposição ao Ari Artuzi, desde sua candidatura, até seu último dia a frente da

Prefeitura”.

Também é importante ressaltar que, a investigação recai sobre recursos destinados a Prefeitura Municipal de Dourados, nos anos de 2008 a 2010. Já os valores viabilizados pelo deputado Geraldo Resende neste período, para obras em Dourados, foram destinados para serem executados pelo Governo do Estado, nada tendo a ver com o objeto das investigações.

A investigação é embasada em um trecho de uma gravação, quando o então secretário de Governo daquela administração, o jornalista Eleandro Passaia, tenta construir um diálogo dúbio com o parlamentar. A gravação na íntegra comprova a idoneidade do deputado Geraldo Resende.

O parlamentar aguarda tranquilo, a conclusão das investigações.”

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