Havan passa a vender alimentos para poder reabrir como serviço essencial

A loja de departamentos Havan, do empresário bolsonarista Luciano Hang, incorporou alimentos à sua cesta de produtos para poder funcionar como serviço essencial durante a pandemia de covid-19. A informação foi revelada pela Folha de S. Paulo. 

Em nota enviada ao Congresso em Foco, a assessoria da Havan afirmou que o movimento é para se adaptar às novas necessidades dos clientes. 

A rede de lojas Havan informa que incluiu no seu mix de produtos, há algumas semanas, itens de necessidade básica, como arroz, feijão, macarrão e outros. A Havan tem no seu Cadastro Nacional de Atividade Econômica (CNAE) a categoria hipermercado, que lhe permite vender qualquer tipo de gênero alimentício. Há muitos anos, a empresa já vendia produtos importados e é uma das maiores vendedoras de chocolates no período da Páscoa.

Muitas lojas de departamento do mundo, como a Harrods, em Londres, ea Americanas, no Brasil, vendem alimentos. “Estamos nos reinventando, assim como todo o comércio, e oferecendo itens de primeira necessidade, assim como álcool em gel e máscaras, e nossos clientes podem comprar com o cartão Havan. Cada empresa está adotando medidas diferentes para sobreviver, algumas que não tinham e-commerce, estão vendendo pela internet. E nas lojas maiores temos um departamento sazonal que estamos utilizando para a venda de alimentos. Todos estamos nos adaptando as novas necessidades dos nossos clientes”, declara o dono da Havan, Luciano Hang.

No twitter, após ser provocado pelo influenciador Felipe Neto, Luciano Hang também se posicionou sobre o assunto.

 

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