“Com Bolsonaro, a tragédia estava anunciada”, diz PSDB sobre 500 mil mortes

Políticos de diferentes espectros se manifestaram após o Brasil ultrapassar a marca de 500 mil mortos por covid, de acordo com o levantamento de um consórcio de veículos de imprensa, que passou a contabilizar casos e óbitos em decorrência da doença após o Ministério da Saúde maquiar dados da pandemia no ano passado.

O presidente do Conselho Nacional de Saúde, Fernando Pigatto, publicou um vídeo onde responsabiliza o governo federal pela marca de meio milhão de mortos. "Chegamos a mais uma triste marca de vidas perdidas", disse. "Culpa de um governo genocida", afirmou.

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB), decretou luto oficial de três dias no estado.

Jair Bolsonaro não se manifestou a respeito do número. Já o ministro das Comunicações, Fábio Faria, usou o Twitter para dizer que a imprensa lamentaria as mortes, mas não comemoraria as vacinas aplicadas.

Apesar do esforço de Fábio Faria de defender o plano de vacinação, o presidente voltou a criticar a vacinação e a defender imunização de rebanho em uma transmissão online essa semana.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, também usou as redes sociais para comentar a marca. "Trabalho incansavelmente para vacinar todos os brasileiros no menor tempo possível e mudar esse cenário que nos assola há mais de um ano."

De acordo com dados oficiais do Ministério da Saúde divulgados na noite de sexta-feira (19), o país tem 498.499 mortes em decorrência da covid-19.

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