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O perfil dos servidores públicos distritais

02.03.2015 12:00 2

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2 respostas para “O perfil dos servidores públicos distritais”

  1. Welington Miranda França disse:

    Brasília cresce numa velocidade impressionante. Tanto a economia como a população. Todos podem perceber esse fenômeno no dia a dia. Não é necessário ser economista ou analista especializado para tal percepção. E é óbvio que uma cidade que cresce muito deve acompanhar o crescimento com a devida disponibilização de equipamentos (escolas, hospitais, saneamento básico, energia, água, etc….) e serviços públicos. Sem essa compensação, a população e a economia ficariam “órfãs” de serviços públicos e de estruturas básicas para o atendimento ao desenvolvimento da indústria, do comércio, da habitação, da agricultura, etc. E, consequentemente, deve-se, também, compensar esse crescimento com o aumento de cargos (ou preenchimentos dos cargos vacantes) no serviço público. Sou Auditor Fiscal da Receita do DF “CONCURSADO”. O último concurso público para Auditor Fiscal da Receita foi há 21 anos atrás. A Receita do DF está vivendo uma situação crítica, da qual o GDF está sendo a maior vítima, pois, nunca na história do GDF foi tão necessário aumentar a eficiência da arrecadação (atacar sonegação, evitar evasão fiscal, atualizar cadastro fiscal, etc..) por meio de fiscalização e de auditoria fiscal. Ao contrário, o que se vê na SEF/DF é uma paradoxal “luta” de algumas “categorias” de servidores para impedir a realização de Concurso Público para o cargo de Auditor Fiscal da Receita DF. Mobilizam-se logísticas financeiras e físicas para, dioturnamente, impedirem a realização de concurso público. Os interesses da instituição está sendo colocado em segundo plano. E os interesses “individuais” de algumas minorias, está sendo colocado em primeiro plano. Soma-se, portanto, a essa realidade, os interesses equivocados de governos passados, de lobystas profissionais representantes de sonegadores (a estes não interessam um FISCO moderno e eficiente) e de servidores que são contra o Instituto Legal do Concurso Público (favoráveis a “transposição de cargos” sem o devido concurso público). Consequentemente, a Receita DF está à mingua, com suas capacidades arrecadatórias, de fiscalização e de auditoria fiscal, sendo muitíssimo comprometidas.
    Pelo exposto, concordo plenamente com o Diretor da Escola de Governo, Sr. Granjeiro. A máquina não está inchada, mas, sim, muito deficitária. A análise do Diretor da Escola de Governo é muito atual, e expressa, com fidedignidade, a difícil realidade da deficiência de recursos humanos capacitados e investidos em cargos públicos por meio do eficiente, democrático e meritocrático Instituto do Concurso Público (só “entram” os melhores e os mais detentores de conhecimento técnico).

  2. Pedro Benevides disse:

    Mito? Um país com 40% de funcionários públicos possui a mesma carga tributária de um país com 12% de funcionários públicos e o senhor diz que o inchaço da máquina pública é um mito? Que desonestidade de pensamento é esta?

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