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Militares vetam ingresso de soropositivos nas Forças Armadas

11.11.2016 08:46 33

Reportagem

33 respostas para “Militares vetam ingresso de soropositivos nas Forças Armadas”

  1. Não se trata de discriminação, mas de estratégia, aliás, favorável ao portador do Vírus, mesmo que isto possa parecer o contrário. Pessoas infectadas já dentro da corporação é outra história, onde as FFAA poderia é ajudar nas dificuldades.

  2. mariossergio disse:

    Dra. Advogada, quer saber o por quê? Fácil.

    Você já notou que em jogos de futebol, quando um jogador é atingido e começa a sangrar ele deve sair de campo e só volta após o sangramento ser estancado? Pois é, isto ocorre para evitar que outros jogadores entrem em contato com o sangue do contundido, para impedir que, se ele for portador de HIV, não contamine com seu sangue os outros jogadores.

    Agora imagine nas Forças Armadas, quantos não se acidentam em simulações ou ações inerentes a eles. Já pensou? O cara leva um tiro na orelha e o comandante grita: “Interrompam a batalha! Tragam uma toca plástica para o Cabo aqui que se feriu!”

  3. MIN?S disse:

    “…funções que não necessitem de desgastes físicos…”
    Mas que “adevogada” idiota!
    Ela nunca ouvi falar em exercícios militares?
    Uns dois mais estressantes do mundo???

  4. wagner disse:

    Nossa, que retrocesso. Há violação clara ao direito constitucional e acesso a qualquer cargo ou emprego. Não existe essa lógica de que soropositivos terão condicionamento físico por serem portadores do vírus. Falta muito para o país de tupiniquim sair das trevas. Não é admissível que haja qualquer discriminação, exposição do indivíduo portador do vírus e a não contratação de qualquer pessoa pela simples condição de ser portadora vírus viola claro preceito do ordenamento jurídico. Aliás, há que se impetrar uma ação anulatória ou mandado de segurança e até mesmo a anulação do certame a fim de coibir o movimento das trevas no século XXI. A portaria interministerial da saúde é clara no óbice ao afirmar que proíbe a realização de testes de HIV. A medida, portanto, aparta da legalidade qualquer que seja a condição. O que não é admissível é que em pleno século XXI e em meio a informações e mundo tecnológico e globalizado haja desconhecimento e preconceito com portadores do vírus de modo a denegrir simplesmente a vida daqueles que também necessitam angariar a empregabilidade e assim fazer sua necessária contribuição ao país. O caso em tela em seu modus operandi não revela senão a falta de preparo, a falta de informação e conhecimento sobre os avanços da saúde e medicina.

  5. Luiz Filho disse:

    bom eu tenho miopia com grau alto e não posso entrar no exercito. Neste sentido não vejo preconceito, mas sim apenas uma seleção para ter o melhor.

  6. Curious Jorge disse:

    Podia contratar sim. Aí na guerra o cara sairia com uma agulha infectada picando os inimigos….rsrsrs

  7. Eduardo Ramos disse:

    Estão certos mesmo. Como o exército não tem dinheiro nem para combustível os milicos teriam ir empurrando os tanques até a frente de batalha e para isso tem que ter disposição física.

  8. Wilson Almeida Junior disse:

    Tem que brecar mesmo. Portador do vírus não aguenta o rítmo de exercícios e a disposição para o trabalho e emprego militar. Não se trata de discriminação, mas de emprego de força militar adequada. Tenha dó!

    • lcolonezi disse:

      quer dizer que o Magic Johnson, portador do HIV, que jogou na NBA nessa condição por 3 anos e mais uma olimpiada, não teria condições fisicas de entrar na FFAA à época?

      • MIN?S disse:

        Vc não é militar. Magic Johnson não é militar.
        Exercícios de sobrevivência em situações extremas não é pra qualquer um.

      • Wilson Almeida Junior disse:

        Jovem! Magic não treinava mais como antes. Não jogava mais o tempo todo. E tinha remédios compatíveis com seu estado clínico, além do mais, foi atleta a vida toda. O corpo de Magic e toda sua fisiologia é bem diferente de uma pessoa comum. Sua alimentação, seu treinamento físico durante toda a sua vida, sua compleição fisiológica o faz diferente de pessoas comuns. Vc esta usando uma exceção e transformando em regra. Deixe de ser imbecil e vá estudar!

        • Joao Marinho disse:

          Há soropositivos atletas, inclusive nas Olimpíadas. Ao contrário do que vc diz, o vírus não reduz a disposição de ninguém, em tratamento eficaz. Na verdade, o problema é mais burocrático. Há leis que, editadas nos anos 80, obrigam as Forças Armadas a mandarem para a reserva portadores do vírus. Assim, elas não aceitam, porque a pessoa seria aposentada automaticamente. Essas leis precisariam ser revistas e passaram ao largo da reportagem.

  9. RODRIGO disse:

    vamos lá; em caso de guerra um militar pode ser ferido e precisar de transfusão de sangue urgente de um companheiro próximo.

    ai você salva a vida do cara com a transfusão e condena ele a ter HIV para o resto da vida porque o sangue transferido a ele era de um militar portador de HIV.

    da para entender porque não pode?

    CAMBADA DE JUMENTO

    • Eber Kibona disse:

      Chama os outros de cambada de jumentos mas não sabe que todo sangue para transfusão deve ser testado, afinal não é só HIV que é transmissível pelo sangue – entre os testes, busca-se detectar Chagas, sífilis, hepatites B e C e HTLV, além do HIV e outros.

      E em segundo lugar, você já ouviu falar em “funções administrativas”? O que um oficial administrativo faz no meio de uma guerra?

      Cambada de jumento, hein?

      • RODRIGO disse:

        to falando que só tem jumento;

        o cara ta ferido em meio a fogo inimigo e você acha que alguém vai testar o sangue q tem q ser transferido na hora ou o cara morre?

        teste de compatibilidade se faz na hora com uma gota em cima da outra idiota.

        • Eber Kibona disse:

          Eu quero ver se as Forças Armadas são jumentas de colocar oficial administrativo no meio da batalha. Se depender de gente como você, parece que sim. Apesar que guerras hoje em dia se fazem mais com tecnologia do que com jumentos.

  10. igoissilva disse:

    meio óbvio não? o cara não tem saúde perfeita, só serve para homem bomba, infelizmente a verdade é essa, para ser militar, precisa de corpo e mente sadios…

    • Eber Kibona disse:

      Sugiro que você procure conhecer a realidade de pessoas vivendo com HIV. A maioria delas tem saúde melhor que a da maioria da população de mesma idade sem HIV, devido à rotina de cuidados. Não se deve fazer afirmações sobre algo que se desconhece, propagando mentiras e estereótipos – isso vai contra qualquer ética.

      • igoissilva disse:

        não existe pessoa saudável com HIV, existe pessoa portadora assintomática, mas que não tem sistema imune normal, e que se exposto a stress, confinamento e má alimentação, vai ser o primeiro a apresentar doenças, eu fui militar, se não estiver saudável, não suporta uma semana, ou vc acha que é tranquilinho? Uma gripe mata um portador de HIV, dependendo da contagem de CD4. Não serve para ser militar e ponto, serve para ser advogado, engenheiro, bancário, PARA IR PARA GUERRA, NÃO. ser militar é estar preparado para guerra.

        • Joao Marinho disse:

          Desculpa, igoissilva, mas o Eber está correto: falta conhecimento a você. Como você diz, de acordo com o CD4, a pessoa apresenta problemas. Mas esse é o ponto: com a medicação, o CD4 de um portador é tão alto quanto de um não portador e o sistema imune é reconstituído de volta à normalidade.

        • Eber Kibona disse:

          Numa época em que guerras são feitas mais com tecnologia do que com pessoas matando umas às outras por causa de petróleo para abastecer carros…

  11. Bento Sartori de Camargo disse:

    De novo ponto para as FFAA. A advogada é limitada no assunto pois compara uma situação de cegueira para operar um veículo sendo que nas FFAA é imperioso que todos na corporação estejam completamente saudáveis. Quanto a existência de “casos dentro das FFAA” é óbvio que com certeza a pessoa foi infectada antes do desenvolvimento de métodos de detecção do HIV e seria uma injustiça absurda “exonerar” ou “aposentar” essas pessoas, mas é corretíssimo impedir a admissão nas FFAA dos portadores desse vírus.

    • Seu Zé disse:

      ia comentar, mas, seu comentário está perfeito

    • Eber Kibona disse:

      O HIV tem se propagado enormemente entre pessoas heterossexuais há décadas (70% dos infectados são heterossexuais), os testes para HIV já existem há mais de 30 anos, então por que você afirma com tanta certeza que os casos detectados dentro das Forças Armadas teriam ocorrido antes do ingresso na instituição? Os oficiais das FFAA não transam? Têm os genitais extirpados?

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