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Onda de simplicidade e hortas definem a gastronomia em 2018

Estabelecimentos focados na boa comida, em projetos viáveis e na vontade de resistir de chefs talentosos, traduzem a culinária autoral. “Sair da mesmice, do apelativo”, nas palavras de Rodrigo Felício, do restaurante Capivara, num galpão da Barra Funda, na zona oeste paulistana. Há outros projetos similares já consagrados, caso do Petí, na Pompeia, um dos Bib Gourmand do Guia Michelin (categoria de prêmio aos melhores restaurantes com preços acessíveis).

A simplicidade que invade os restaurantes é, sim, uma resposta à crise econômica atual, mas é também um amadurecimento da proposta culinária, com foco em projetos gastronômicos relevantes que priorizam o ingrediente e o preparo técnico do cozinheiro-chef.

Há boas notícias até mesmo na cena gastronômica carioca: Claude Troigros volta ao Leblon, onde começou sua trajetória no Rio na década de 80, com o Roanne. O prestigiado “chef-marravilha” abrirá na rua Conde Bernadotte o Chez Claude, com 42 lugares e proposta de cozinha aberta, no meio do salão, onde o cliente, se quiser, pode até dar uma mexida na panela. Tudo informal, descomplicado e “barrato”, avisa Claude, às gargalhadas. E no endereço ao lado, adivinhem? Será o Chez Batista, do fiel escudeiro de Claude.

Feliz Natal e Ano Novo!

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