O ranking dos maiores influenciadores no Instagram

No contexto atual da comunicação 4.0, os influenciadores são verdadeiras “máquinas virtuais” de impactar e formar opiniões sobre empresas e marcas. Eles estão espalhados em todas as redes sociais, em especial no Instagram.

A empresa Hype Editor analisou milhares dessas celebridades e elaborou ranking dos mais poderosos no mundo e no Brasil no Instagram, por número de seguidores e engajamento. Adivinha quem lidera nas duas modalidades? Claro que é ele, o CR7!

Na lista do Brasil, Neymar perde para Cristiano Ronaldo, e está em segundo lugar. No ranking mundial, a segunda colocação é de Selena Gomez. Com os dados coletados, é possível ter noção do grau de influência dos famosos na rede social.

Nos Estados Unidos, algumas empresas pequenas já estão trocando influenciadores por pré-adolescentes e adolescentes como meio de divulgação. Os jovens são recrutados pelo Instagram para anunciar suas roupas e acessórios na plataforma.

Veja a lista completa aqui.

Juízes batem boca no WhatsApp e conversa é vazada

Juízes batem boca no WhatsApp e conversa é vazada

O caso do desembargador do TRF da 4ª Região Rogério Favreto, que resolveu soltar o ex-presidente Lula durante seu plantão dominical, está rendendo muito bate-boca entre colegas magistrados no WhatsApp.
Além da controvérsia e do imbróglio já causado no Judiciário por causa do solta-e-prende de Lula, a intenção da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) de entrar no processo já instaurado no CNJ contra Favreto serviu para acirrar ainda mais os ânimos.
O episódio, para além de todas as implicações jurídico-eleitorais, é mais um exemplo de como autoridades, gestores e agentes públicos devem observar regras de boas condutas em redes sociais.

 

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Erros de comunicação fazem ações da Tesla caíremAções da Tesla despencam com erros de comunicação do CEO Elon Musk

O caso recente da crise da Tesla é um exemplo que prova o alto grau de risco à imagem que erros de comunicação podem causar a empresas e marcas. Aqui, o CEO Elon Musk errou duas vezes.Primeiro, via Twitter, anunciou que estava considerando fechar o capital da Tesla a US$ 420 por ação e que havia conseguido financiamento. E foi além ao confirmar, em entrevista ao New York Times, que era isso mesmo, que ninguém havia revisado seu post. Os danos vieram rápido: o valor das ações da montadora de carros elétricos despencou 9% na semana passada.

Além de enfrentar problemas com a produção do Model3, Elon Musk tem sido criticado por comportamento errático no Twitter. Analistas especulam que o conselho possa considerar mudar seu duplo papel de CEO e presidente do Conselho da Tesla.

Com a expansão do poder das redes sociais é obrigatório que executivos e gestores sigam boas práticas de conduta. Erros de comunicação podem custar muito caro às marcas e a recuperação de danos à reputação costuma levar muito tempo.

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