Nunca uma Copa foi tão digital

"São revividas nas festas das torcidas, nas ruas, nos gifs, memes e sátiras compartilhados por milhões de pessoas nas redes sociais"

Transmídia e multicanal, Copa na Rússia é mais vibrante com comunicação digital

A Copa do Mundo 2018 na Rússia consolida a realidade virtual como componente decisivo da vida contemporânea, em que o replay no vídeo faz o juiz rever suas arbitragens, com inclusão do VAR (video assistant referee) nas partidas. As cenas dos jogos e as disputas entre as seleções acontecem nos estádios e são mostradas em tempo real nas telonas e na telinha dos smartphones. São revividas nas festas das torcidas, nas ruas, nos gifs, memes e sátiras compartilhados por milhões de pessoas nas redes sociais.

É o mundial em que a tecnologia virou árbitro de futebol. Os lances, as faltas, as quedas são checadas também no vídeo, podendo definir o destino dos times. A comunicação é móvel e global, em tempo real. É jogo de verdade, mostrado também em realidade virtual e multicanal. Na internet, os coloridos doodles do Google nos mostram as partidas do dia que serão transmitidas ao vivo para todo o planeta.

A comunicação torna-se parte central de determinação do comportamento social, como atestam estudos sobre o tema. Nas ruas de Moscou, é também possível sentir a paixão nacional do brasileiro com o futebol. A campanha da Embratur #FelizesPorNatureza, lançada em Moscou para atrair turistas ao Brasil, é um exemplo de como os grandes eventos são boas oportunidades para posicionamento de marcas e países.  A visibilidade é espantosa, as arenas e as ruas tornam-se o coração pulsante de torcedores de todas as cores, idiomas e raças.

Na Copa de 2018 na Rússia, a festa do futebol mundial ganha mais cores e emoções com os recursos da comunicação digital. Até agora, em sintonia com a alegria e alma lavada de 220 milhões de brasileiros.

 

IBM cria computador com inteligência para debater com humanos

Quem lida com crises e precisa testar os argumentos contra ou a favor de determinados temas vai gostar desta nova invenção da IBM. A partir da plataforma Watson, de inteligência artificial, a fabricante de computadores criou uma máquina capaz de debater com humanos. A plataforma já era conhecida desde 2010, quando foi lançada, pelo alto volume de informações que pode guardar nas mais diversas áreas do conhecimento humano. Agora, com o lançamento do Project Debater, o Watson vai além, ao contrapor ideias a partir do comando de voz das pessoas, promovendo, assim, o debate. A IBM ainda não divulgou quando a máquina estará acessível no mercado, mas no portfolio do projeto diz que “em breve” o computador poderá ajudar as pessoas a raciocinar, “fornecendo argumentos convincentes baseados em evidências e limitando a influência da emoção, preconceito ou ambiguidade”.

A máquina consegue desconstruir a gramática usada pelo interlocutor e, pela busca em seu banco de dados, constrói os contra-argumentos. O teste foi feito na semana passada, em São Francisco, na Califórnia. O computador enfrentou dois debatedores humanos, Noa Ovadia e Dan Zafrir, considerados campeões em debates.

 

Nasce a  Grow, revista impressa do Facebook

O Facebook saiu da exclusividade da ciberesfera e dialoga agora também com a mídia impressa. A rede social lançou a revista Grow. Será trimestral, distribuída de graça em aeroportos e enviada a executivos de empresas que são clientes da rede social.

A publicação é parte do projeto Grow by Facebook, lançado há três anos e meio no Reino Unido com o objetivo de oferecer aos seus clientes propostas de marketing de negócios. Para conectar os clientes e impulsioná-los, a rede social realiza um evento anual. E agora abre espaço para a consultoria permanente “pessoalmente, em pixels (internet), impresso (revista) e em parcerias”, segundo diz o site do projeto.

 

 

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