Hosana nas alturas

Porque bendita é a aeronave oficial em nome do senhor. Da senhora. Da empregada. Do cachorro...

Até papamóvel tá voando em avião da FAB. Que começou a divulgar os dados das caixas-pretas dos voos de autoridades.

Por falar em autoridade, logo chega Francisco. Antes disso, o Santo Padre já se tornou referência em terras brasileiras. Vejam o Eike: fez voto de pobreza ao saber da vinda do irmão hermano.

Brasília: everybody hates and meets Dilma. Foi a hora dos evangélicos. Hora ou ora? Tanto faz. Entre mortos e feridos – incluindo aí o casal Hernandes –, oraram (e choraram) quase todos.

Por falar em dinheiro (sim, eu falei de dinheiro, não viu?), os ricos daqui vivem novos tempos no “pós-gigante”. Antigamente, em rituais sagrados, atiravam cinzas. Agora, tacam logo os cinzeiros. E notas. Não é apenas pelos 20 reais. Classe média, não. Medieval.

Seguimos nos Rio: más línguas pela internet andaram dizendo que o “fora Cabral” não é movimento novo. Teria surgido em 1500. Mas nos deram espelhos, e vimos um mundo a adoecer. Chegavam os portugueses, os produtos piratas, a corrupção... Quem sabe, até a necessidade de uma reforma político-indígena desde então?

Notícias do Congresso: não confunda recesso branco com greve de médicos. O diagnóstico é outro. A propósito, Revalida parece nome de remédio. Por sinal, o mais receitado pelos médicos brasileiros no momento: 10 ml de oito em oito horas, em caso de excesso de cubanismo.

A persistirem os sintomas, um médico deverá ser consultado. Se conseguir um, claro.

 

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