Bolsonaro Day

Bolsonaro foi às ruas, no último domingo (15), para manter seu núcleo duro mobilizado. As manifestações, em mais de 200 cidades, demonstram que parcela do povo está com ele. Foi a mais fascista das manifestações, com faixas pedindo o fechamento do Congresso e do STF abertamente no Brasil inteiro.

Incertezas crescem com acirramento de confronto entre Bolsonaro e Congresso

O capitão aumenta sua aposta na crise a cada movimento. A avaliação do parlamento é péssima. A oposição está dividida e sem rumo. A crise do coronavírus deve levar ao fechamento do parlamento por questões sanitárias. O capitão pode governar sozinho por alguns meses. Será um teste.

Tudo dependerá do desdobramento da crise na saúde. Como o Brasil sairá dela? Mais forte? Mais fraco? Se sair bem, o presidente colherá frutos, inevitavelmente.

Seu isolamento é uma opção. Mantém seu posicionamento "antissistema". Até agora, nada colou no presidente. Se a economia afundar e arrastar sua popularidade, Bolsonaro pode acabar como Collor e Dilma. Se houver uma retomada após a crise sanitária, pode se fortalecer.

Bolsonaro deseja fechar tudo e governar de forma autoritária. A oposição deseja derrubá-lo. No momento, nenhum dos lados têm força para realizar suas vontades.

Os editoriais dos jornalões contra o governo não passam de "mimimi". Se o segundo turno fosse hoje, entre Bolsonaro e o PT, votariam todos novamente no capitão.

Presença em ato agrava crise entre Bolsonaro e Congresso e STF

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