Felipe Neto se diz perseguido após indiciamento por corrupção de menores

O youtuber Felipe Neto reagiu ao seu indiciamento pela polícia do Rio de Janeiro pela publicação de conteúdos considerados impróprios nas redes sociais. Ele foi enquadrado em artigo do crime de corrupção de menores.

“O que insistem em fazer comigo é pura e simples perseguição para tentar me fazer desistir de falar. Nunca irão conseguir. Sabem que não possuem caso algum contra mim, nunca cometi crime na vida, então fazem múltiplas denúncias para tentar prejudicar minha imagem na imprensa”, escreveu o influenciador digital em sua conta no Twitter.

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O delegado Pablo da Costa Sartori, da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática do Rio recebeu há um mês ofício do Ministério Público do Rio solicitando a abertura de investigação contra Felipe por publicações consideradas impróprias para menores no Youtube, canal em que ele tem 40,3 milhões de seguidores.

Segundo o procedimento, o youtuber não limitou a classificação etária de vídeos que tinham “conteúdo e linguajar inapropriado para menores”.

Antes de escrever sobre o assunto, Felipe publicou nas redes seu posicionamento oficial diante das suspeitas levantadas pelo Ministério Público e pela Polícia Civil. Ele associou as ofensivas de quem tem sido alvo às suas reiteradas críticas aos “absurdos do governo Bolsonaro”.

"Confiante no poder judiciário, o youtuber permanece absolutamente convicto e tranquilo de que nunca praticou crime algum e reitera que todo o ocorrido ainda será analisado por um promotor de Justiça. Felipe Neto acrescenta que, quando começou a se manifestar vigorosamente contra os absurdos do governo Bolsonaro, já estava preparado para enfrentar todos os tipos de ataque cometidos pela articulação do ódio, desde a propagação de notícias às falsas acusações, associando Felipe a crimes, na tentativa de destruir sua imagem e reputação", diz a nota.

Em nota, a Polícia Civil se manifestou sobre o caso: "O youtuber e influenciador foi indiciado por divulgar material impróprio para crianças e adolescentes em seu canal do Youtube e por não limitar a classificação etária dos vídeos com conteúdo e linguajar inapropriado para menores. As investigações iniciaram após expediente oriundo do Ministério da Justiça. Durante as investigações foi constado e analisado diversos vídeos e postagens, bem como publicações, onde o indiciado claramente não tem a preocupação em classificar seu material de divulgação".

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