Disputa pelo comando da CCJ é empecilho ao avanço da reforma administrativa

Primeiro passo na tramitação da proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma administrativa, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) é alvo de uma disputa entre ao menos quatro siglas – PSL, MDB, Republicanos e PDT.

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O PSL, que presidiu a comissão em 2019, visa repetir a dose este ano e afirma que tem prerrogativa para comandar o colegiado novamente. A antiga sigla do presidente Bolsonaro defende que o partido tem interesse em continuar no comando da CCJ.

“Minha opinião é que deveria insistir. O acordo ao que me consta, era para os dois anos do mandato”, disse o vice-líder da sigla Junior Bozzella (SP). Para o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), no entanto, o PSL não tem preferência.

A ideia é que haja um rodízio entre as maiores bancadas para o comando da comissão nos próximos anos. Membros do Republicanos afirmaram ao Congresso em Foco nesta semana que há acordo fechado para que Lafayette Andrada (Republicanos-MG) assuma a presidência quando a comissão for instalada. Se o acordo for confirmado, PDT e MDB assumem o comando da comissão nos anos seguintes.

No entanto, a depender de quem suceder Maia na presidência da Câmara em 2021, esse rodízio pode ser descartado.

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