Governo do Maranhão autua Bolsonaro por causar aglomeração

O governo do Maranhão autuou o presidente Jair Bolsonaro por causar aglomerações no estado durante a visita oficial ocorrida entre a quinta-feira (20) e a sexta (21). Ao juntar centenas de pessoas no mesmo lugar o governo do estado argumentou que o presidente do Brasil "descumpriu a obrigação de usar máscara de proteção como medida farmacológica destinada a contribuir para a contenção e prevenção da covid-19 em locais coletivos".

Ainda de acordo com a autuação, Bolsonaro promoveu "em evento da Presidencia da República, aglomerações sem controle sanitário com mais de cem pessoas", o que é vetado por decreto estadual.

Durante os dois que esteve no estado, o presidente Bolsonaro inaugurou uma ponte que liga ao estado ao Piauí, e entregou títulos de posses de terra em Açailândia, já na divisa com o Pará. Durante o evento, ele chegou a se referir ao governador Flávio Dino (PCdoB) como "gordinho ditador".

Esta semana foram identificados casos de uma cepa indiana do coronavírus no estado do Maranhão. Os casos foram detectados em tripulantes de um navio que partiu da Malásia e desembarcou no litoral brasileiro em 14 de maio. A Organização Mundial de Saúde (OMS) classificou a variante como um tipo "digno de preocupação global"


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