TCU livra Graça Foster de bloqueio de bens

Apesar da posição da maioria da corte, decisão não foi proclamada porque um dos ministros pediu vista. Por erro, tribunal não havia incluído presidente da Petrobras na lista de dirigentes com bens bloqueados

Por maioria, o Tribunal de Contas da União (TCU) livrou nesta quarta-feira (27) a presidente da Petrobras, Graça Foster, da medida de bloqueio de bens para eventual ressarcimento à estatal por conta de prejuízo decorrente da compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos.  No entanto, a decisão não foi proclamada porque o ministro Aroldo Cedraz pediu vista do processo.

Em julho, o tribunal determinou o bloqueio de bens de outros gestores e ex-gestores da Petrobras para responsabilização pelo prejuízo de US$ 792 milhões. Por erro do TCU, Graça Foster não foi incluída na lista naquela ocasião.

Para o relator do caso, ministro José Jorge, Foster deve ser responsabilizada por ter determinado que a Petrobras somente comprasse a segunda metade da refinaria depois do final de todas as disputas judiciais com o sócio no negócio. Isso encareceu a operação. José Jorge e Augusto Shermann votaram a favor da indisponibilidade de bens de Foster. Até a sessão em que o processo for retomado, todos os ministros podem mudar seus votos.

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