Ser humano, a “máquina” mais inovadora do principal festival de tecnologia do mundo

 

Faz 13 anos que a paulistana Fernanda Romano vive fora do Brasil. Mora atualmente em Nova York, depois de ter residido na Inglaterra e na Espanha. No exterior, consolidou uma sólida carreira na área de publicidade, a ponto de ter sido apontada em 2012 pela Advertising Age como uma das mulheres mais influentes do mundo no campo da comunicação. Hoje, nem gosta de ser chamada de publicitária. Toca dos Estados Unidos a empresa de estratégia e inovação Malagueta, na qual é sócia da também paulistana Renata Porto, responsável pelo escritório de São Paulo.

Mídias sociais, viagens aeroespaciais, biotecnologia, política, criptomoedas, estratégias empresariais… Bote na mesa esses e muitos outros assuntos, por mais complicados que sejam, e Fefa – como ela é chamada pelos amigos – não só demonstrará estar profundamente atualizada com o tema, como terá algo relevante a dizer a respeito. E dizer de um jeito interessante e compreensível para os não especialistas.

Neste depoimento em vídeo, ela faz uma síntese do que viu no South by Southwest (SXSW), festival de tecnologia e criatividade realizado em Austin (Texas) entre os últimos dias 9 e 18. Além de mostrar quais foram as principais tendências sinalizadas pelo megaevento, ela afirma qual a principal conclusão que tirou: em meio a tantas coisas fantásticas trazidas pela ciência, o ser humano provou ser a mais inovadora de todas as máquinas existentes. Desenvolver a empatia necessária para compreendê-lo e conviver melhor com ele é o grande desafio, seja para as gigantes da tecnologia, seja para microempresas, seja para governos, seja para qualquer um de nós, comum mortal.

Com a palavra, @fefaromano:

 

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