Renan: “Renovar é um verbo. Não é um nome”

Em seu discurso como candidato à reeleição, peemedebista disse ter cumprido todos os compromissos assumidos há dois anos e destaca mudanças administrativas e políticas de sua gestão

Candidato à reeleição, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) defendeu a “harmonia e independência” dos poderes e que as reformas política e tributária sejam colocadas em pauta. “Renovar é um verbo. Não é um nome. As reformas são nossos maiores desafios. Precisamos aprovar a reforma política e criar critérios claros para que as campanhas não sejam alvos de suspeitas”, disse o peemedebista, que discursou após o seu adversário na disputa ao cargo, o senador Luiz Henrique (PMDB-SC). Neste momento, os senadores escolhem o novo presidente da Casa em votação secreta.

Renan reforçou ter sido indicado pela maioria de sua bancada – 15 dos 19 senadores peemedebistas – e fez questão de listar os compromissos cumpridos nos últimos dois anos à frente da instituição. Renan citou medidas políticas que adotou como o orçamento impositivo, que exige a execução de emendas parlamentares; a decisão de não apreciar medidas provisórias encaminhadas ao Senado a menos de sete dias de perder a validade; a implantação de nova metodologia para votação dos vetos, com voto aberto e por ordem cronológica; e a criação de comissões especiais para atualização de códigos legais.

Já na área administrativa, Renan destacou a racionalização das rotinas do Senado, que permitiram a economia de R$ 530 milhões em dois anos, a partir de ações como o corte de funções comissionadas, o fim do pagamento das horas extras e a aplicação do teto constitucional. O senador também lembrou a criação do Conselho de Transparência do Senado. "O Senado era tido como uma caixa preta. Entendi desde o primeiro momento que a transparência era um dever", afirmou.

Renan disse ser “um otimista” e defendeu a necessidade de reformas e de uma agenda positiva para o “Brasil real”. O senador encerrou pedindo a confiança dos colegas para que juntos possam continuar mudando o país.

Com informações das Agências Senado e Brasil

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