Ratos: Senado lamenta ataque de “animal não identificado” a servidora

Funcionária foi medicada e passa bem, diz assessoria de comunicação da Casa; episódio desta semana lembra o caso do gabiru que, considerado amistoso por alguns, aterrorizou servidoras, principalmente, há cerca de dois anos

Movida pelo ataque de ratos registrado no transcorrer desta semana, a assessoria de imprensa do Senado divulgou, nesta sexta-feira (13), nota à imprensa (veja íntegra abaixo) por meio da qual lamenta os danos causados a uma servidora por “animal não identificado”, em episódio ocorrido na última quarta-feira (11). Em recesso até 2 de fevereiro, a Casa funciona sem a presença de parlamentares e com esquema de rodízio entre servidores de gabinetes e departamentos.

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Mas a calmaria não foi verificada hoje, sexta-feira 13, quando profissionais de imprensa que cobrem as atividades do Senado foram surpreendidos por uma estranha movimentação na Secretaria-Geral da Mesa – que, com ratoeiras espalhadas em locais estratégicos, passou por mais uma desratização e teve área isolada e vigiada por seguranças terceirizados.

Segundo a assessoria de comunicação do Senado, a servidora – que não foi identificada, ao contrário do animal “desconhecido” – foi devidamente medicada e “passa bem”. Ainda segundo a assessoria, a Casa tem cumprido “calendário regular de limpeza e de prevenção” contra roedores e congêneres, que insistem em habitar as entranhas do prédio do Congresso.

“Cabe ressaltar que, em áreas de grande concentração de documentos, como a biblioteca e a Secretaria-Geral da Mesa, o trabalho preventivo é ainda mais intenso e de maior regularidade. Em todas as dependências da Secretaria-Geral da Mesa foram realizadas dedetizações e desratizações. Além desta sexta-feria, 13 de janeiro, o Senado realizou os mesmos procedimentos em 3 de janeiro e em dezembro de 2011. E em todo o ano passado, as dedetizações e desratizações ocorreram em três oportunidades”, acrescenta a assessoria.

Há cerca de dois anos, uma espécie de timbú – alguns dizem se tratar de um gabiru, ou ratazana, a depender das características idiomáticas de cada região do país – levou pânico a (principalmente) servidoras que, ao deixar determinados gabinetes para fumar ou apenas tomar ar nos jardins externos, em corredores contíguos, depararam a “ameaça”. Segundo servidores da Casa, o bicho mora ali há décadas, em uma indicação de não estar só por ali, e não é capaz de fazer mal àqueles que tanto o temem.

Confira a íntegra da nota encaminhada à redação do Congresso em Foco:

“O Senado Federal lamenta o episódio ocorrido na última quarta-feira em suas dependências em que uma servidora foi vítima de ferimento no pé ocasionado, supostamente, por animal não identificado.

A servidora foi prontamente encaminhada para atendimento médico, tomou preventivamente vacinas e remédios e passa bem.

A Casa esclarece que segue rigorosamente um calendário regular de limpeza e de prevenção, que inclui dedetização e desratização. Esse trabalho compreende, ainda, a limpeza de bueiros, latas de lixo externas e isolamento de frestas e caixas externas. O Senado recebe, inclusive, visitas periódicas de agentes da Gerência de Zoonoses do Distrito Federal, que estabelece procedimentos no combate a animais de proliferação usual, como roedores e insetos em geral.

Cabe ressaltar que, em áreas de grande concentração de documentos, como a biblioteca e a Secretaria-Geral da Mesa, o trabalho preventivo é ainda mais intenso e de maior regularidade. Em todas as dependências da Secretaria-Geral da Mesa foram realizadas dedetizações e desratizações. Além desta sexta-feria, 13 de janeiro, o Senado realizou os mesmos procedimentos em 3 de janeiro e em dezembro de 2011. E em todo o ano passado, as dedetizações e desratizações ocorreram em três oportunidades.

Senado Federal / Assessoria de Imprensa / Secretaria Especial de Comunicação”

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