PF suspeita que tesoureiro do PT intermediou mau negócio

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo a PF acredita que as transações envolvendo o fundo de pensão da Petrobras feito com empresas do ex-deputado José Janene (PP-PR) e do doleiro Alberto Yousseff que teriam causado um prejuízo de R$ 13 milhões a Petros

A Polícia Federal começa compreender de maneira definitiva como aconteciam cada um dos esquemas desvendados pela Operação Lava Jato. De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo a PF acredita ter compreendido as transações envolvendo o fundo de pensão da Petrobras feito com empresas do ex-deputado José Janene (PP-PR), morto em 2010, e do doleiro Alberto Yousseff e que teriam causado um prejuízo de R$ 13 milhões ao órgão.

O negócio - suspeita a PF - teria sido intermediado pelo tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, e tratado diretamente com dois diretores da Petros, entre eles o presidente do fundo Luiz Carlos Fernandes Afonso. A PF registra a possível interferência de um político ainda não identificado mas considerado "de grande influência na casa" na liberação de um seguro, em órgão do Ministério da Fazenda, que era condicionante para a transação.

Nota divulgada pela assessoria de imprensa do PT, reforçou a versão dada quando o nome de João Vaccari Neto foi mencionado durante a operação Lava Jato. "Vaccari repudia as inverdades que estão sendo veiculadas e que são baseadas apenas no depoimento de um advogado que afirmou que 'provavelmente' que ele trataria questões relacionadas à empresas CSA", diz o texto da nota.

Veja a íntegra da reportagem no site do jornal

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