Pedaladas fiscais aumentaram no governo Dilma

Utilizados desde o governo tucano de Fernando Henrique Cardoso, déficits fiscais chegaram à casa dos bilhões apenas no governo da petista, informa a Folha

A utilização de recursos da Caixa Econômica Federal para o pagamento de despesas do governo federal [as chamadas “pedaladas fiscais”] aumentou de forma expressiva durante o governo Dilma Rousseff (PT), conforme informa matéria da Folha de S. Paulo deste domingo (26). Entre as despesas que foram pagas com recursos da Caixa, estão benefícios como abono salarial, por exemplo.

Essa manobra foi utilizada durante o governo Fernando Henrique Cardoso (FHC), entre os anos de 1999 e 2002. Mas, na maior parte, os deficits mensais não chegavam à R$ 100 milhões segundo a Folha. Sendo que o maior rombo nas contas públicas e coberto com recursos da caixa chegou a R$ 918 milhões em maio de 2000.

Durante o governo Lula (2003 a 2010), os deficits caíram pelas informações da Folha. O rombo mais expressivo foi de R$ 750 milhões em novembro de 2007, por conta do abono salarial. Mas no governo Dilma, a partir de 2011, esses deficts bateram recordes e passaram de R$ 1 bilhão em todos os meses entre dezembro de 2012 e dezembro de 2014. O ápice foi em 2013 em que “houve mês com deficit de R$ 3,6 bilhões no seguro desemprego”, afirma a reportagem da Folha.

 

Confira a reportagem na íntegra

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