Nicolas Behr e Brasília, aqui, toda quinta-feira

O melhor poeta da capital federal será a partir de hoje nossa companhia neste endereço. Em prosa, nos ajudará a entender as manhas desta cidade feita de cerrado e concreto

Respeitável público,

Minhas senhoras, meus senhores,

Temos o prazer de fazer uma pausa no noticiário do Congresso e do poder para anunciar algo que, pra gente, merece manchete. Lá na capa do nosso site ou aí na sua tela.

A partir de hoje, com vocês...  Ni-co-las Behr!!!

Nicolas é a resposta pra quem sonha encontrar no mesmo lugar  poesia de qualidade, mas sem frescuras, e alguma ajuda para  entender essa misteriosa cinquentenária chamada Brasília.

Se você esbarrar com ele por aí, não terá dificuldade em reconhecê-lo num segundo encontro. Chama atenção pelos longos cabelos brancos no topo de um corpo grandalhão, o jeito de albino, os óculos... Figura popular em Brasília, pode ser encontrado vendendo mudas de plantas, em eventos culturais, mesa de bar ou manifestações em que a cidadania resolve botar a cara na rua para protestar contra algum daqueles ultrajes nossos de cada dia.

Pois então. A partir de hoje teremos a luxuosa companhia do poeta, sempre às quintas-feiras, com textos inéditos e – uma raridade conferida a poucos privilegiados –  em prosa!

No primeiro deles, fala de um dos principais lugares de Brasília. A rodoviária (que ele escreve com maiúscula), fincada no centro dos dois eixos idealizados por Lucio Costa. Conta Nicolas que Lucio “tinha outros planos para a Rodoviária, mas quando a visitou, nos anos 80, ficou feliz. Viu a população se apropriando daquele espaço, onde os eixos se cruzam e as pessoas se encontram”. E completa que, sem ela, “não haveria cidade, apenas fileiras de blocos ao longo de uma via expressa.

Leitores e leitoras, eis o Nicolas. Nicolas, está entregue. E agora que estão apresentados, fiquem à vontade. A casa é de vocês.

O texto de estreia da coluna de Nicolas Behr

 

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