Ministros do STF são alvo de organizações pró-impeachment, diz jornal

O deputado Paulo Pereira da Silva (SD), o Paulinho, trabalha na organização da manifestação. Ele trabalha pelo impeachment e é fiel da bancada dopresidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Movimentos pró-impeachment agora têm novo alvo: ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) entraram na mira de movimentos que defendem o impeachment de Dilma. Algumas organizações pretendem fazer protesto em frente à corte no dia 16, quando os magistrados vão discutir regras para a tramitação do processo contra Dilma Rousseff. Uma das ideias é instalar um telão para exibir o vídeo em que o ministro Edson Fachin declara apoio à petista na campanha de 2014. As informações são da colunista Monica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo.

Votamos Dilma”

Fachin suspendeu a tramitação do processo de impeachment na semana passada. Ele aparece no vídeo lendo manifesto de juristas a favor de Dilma no segundo turno eleitoral. Diz que o governo dela "jamais transigiu com autoritarismos" nem "tentou alterar casuisticamente a Constituição para buscar um novo mandato". Pelas razões elencadas, finaliza, "votamos Dilma Rousseff para a Presidência da República".

Ainda segundo Folha, o vídeo já tinha circulado, quando Fachin foi indicado por Dilma para o STF. Apesar disso, o nome dele foi aprovado com 52 votos no Senado. Ele teve forte apoio de parlamentares tucanos e também do PMDB.

O jornal afirma também que o deputado Paulo Pereira da Silva (SD), o Paulinho, trabalha na organização da manifestação. Ele é entusiasta do impeachment e fiel a Eduardo Cunha.

Veja a íntegra do texto da Folha

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