Leia a íntegra da nota do Opportunity

Grupo de Daniel Dantas responde às denúncias de “A Privataria Tucana”

Prezados senhores,

A entrevista “Amaury Ribeiro Jr.: assim caminhou a privataria” publicada, em 19 de dezembro, no site Congresso em Foco, cita Daniel Dantas e Verônica Dantas.

Por isso, é preciso esclarecer que:

Daniel Dantas criou, em 1994, o Opportunity – uma das primeiras empresas de gestão independente de recursos do país.   Em seu portfólio estão fundos de investimentos abertos (de liquidez diária) e fundos de private equity (fechados e de longo prazo). (*)

O Opportunity liderou consórcios que participaram do leilão de privatização da Telebrás em julho de 1998. Os consórcios liderados pelo Opportunity, capitalizados, adquiriram as empresas Brasil Telecom, Telemig Celular e Amazônia Celular. O Opportuntiy foi acusado de ter sido beneficiado pelo BNDES no leilão da Telebrás. O tempo e a Justiça provaram que não houve qualquer tipo de favorecimento.

Diálogos incompletos pinçados das fitas do BNDES suposta e indevidamente sugeriam que o Opportunity foi beneficiado pelos diretores do BNDES, falavam ainda sobre a concessão de uma carta de fiança do Banco do Brasil ao Opportunity. A solicitação dela ao patrocinador da Previ, aconteceu às vésperas do leilão e servia como garantia de que a fundação pagaria o combinado. Além do Banco do Brasil o Opportunity tinha cartas de fiança do Citibank, do Unibanco e do Banco Francês Brasileiro, mais que suficientes para pagar as aquisições que pretendia fazer. Ou seja, o Opportunity não precisava da carta de fiança do Banco do Brasil.

Em relação à Verônica Dantas esclarecemos que ela foi indicada pela JVN Decidir como conselheira da Decidir. Ou seja, a Verônica Dantas representava a JVN. Não era sócia da JVN. A JVN tinha uma participação pequena na Decidir e nunca foi um sócio/líder.

A Decidir foi lançada, em 1999, na Argentina e tinha como produto principal o serviço de avaliação de crédito de pessoas físicas e jurídicas. O Opportunity, por meio da empresa JVN Decidir, detinha uma participação de aproximadamente 3%. A participação da JVN Decidir atendia a um pedido do Citigroup, líder da rodada inicial de investimento.

O banco americano entendia que a JVN Decidir poderia ajudá-los a acompanhar a empresa no Brasil/Argentina. A Decidir, além da JVN Decidir, tinha como outros sócios: Latin American Investment Bank Bahamas Limited (Citicorp Venture Capital - Latin America) – 15%; SCP Partners – 12%; Latin Internet Ventures Inc. – 8%; GE Capital Equity Investments Ltd. – 7%; Investor International Cayman Limited (IRR) – 6% ; Cima Asset Management Inc. e Cima Consulting Ltd. – 5%; HSBC Tower Fund –  5%; Vas Latin America Corp. – 3%.

A participação da JVN Decidir foi vendida, em 2001, para os executivos da Decidir.com.

Atenciosamente,

Elisabel Benozatti
Assessoria de Comunicação do Opportunity

(*) O Opportunity figura entre as principais empresas independentes de gestão de recursos no mercado da América Latina.  A destacada rentabilidade dos fundos geridos pelo Opportunity é reconhecida e marcada pela conquista de prêmios. Os números são melhores que adjetivos. Suponhamos que, em 14/03/1986, o leitor tivesse investido no Opportunity Lógica II Fia o equivalente a US$ 10 mil. Ao término de junho de 2011, ele teria acumulado cerca de US$ 17 milhões. Já quem aplicou, durante este mesmo período, o mesmo valor em ações que compõem o Ibovespa, acumulou US$ 180 mil.
Em 1997, O Opportunity passa a dedicar-se também a gestão de fundos de private equity. Esses fundos de private equity  participaram das privatizações.

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