Julgamento do mensalão vai parar por 12 dias

Presidente do STF cancela sessão extraordinária por causa da viagem do relator do processo na próxima semana. Joaquim Barbosa viaja à Alemanha para tratamento de saúde

O julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF) terá um recesso não planejado de 12 dias. Por causa de uma viagem por motivo de saúde do relator da Ação Penal 470, Joaquim Barbosa, a lista de processo das próximas sessões vai ser composta por outros temas. A expectativa é que recursos de parlamentares condenados pela corte, como Natan Donadon (PMDB-RO) e José Tatico (PTB-GO), entrem na pauta.

Nesta quinta-feira (23), o presidente do STF, Carlos Ayres Britto, informou que a sessão extraordinária da próxima segunda-feira (29) está cancelada. Para quarta (31), a expectativa é que, além dos embargos apresentados por Natan e Tatico, também entrem na pauta casos relatados pelo presidente. Na quinta (1º) não haverá reunião plenária. Na segunda-feira seguinte (5), também não há extroardinária marcada.
Britto, então, convocou inicialmente uma reunião extraordinária para a quinta-feira (8) pela manhã. Depois, acabou cancelando, mas antecipou a marcada para à tarde para iniciar às 13h. O julgamento deve ser retomado um dia antes. Joaquim viaja a Dusseldorf, na Alemanha, para um tratamento de saúde. Ele sofre de um problema crônico dos quadris. Ministros acreditam que o recesso será bom para o julgamento. "A paralisação será ótima para todos analisarem as questões em aberto", disse o revisor do mensalão, Ricardo Lewandowski.
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