Jornais: Valério diz ter entregue provas, mas procuradoras desconfiam

Operador do mensalão diz à Folha que entregou documentos que comprovam declarações, mas que eles não foram analisados pelo Ministério Público. Ao contrário, procuradoras do caso desconfiam dele e querem mais detalhes e provas

FOLHA DE S. PAULO

 

Valério diz que papéis provam acusações que fez contra Lula

Operador do mensalão e condenado a mais de 40 anos pelo caso, o empresário Marcos Valério Fernandes de Souza disse à Folha que entregou ao Ministério Público Federal documentos comprovando acusações feitas em seu novo depoimento, que envolvem o ex-presidente Lula no escândalo.

Em resposta aos que desqualificam suas acusações, Valério afirmou que os documentos foram entregues em setembro, quando falou à Procuradoria. Numa breve declaração, queixou-se: "Os procuradores não tocaram nos papéis que deixei lá".

A Folha apurou que, entre os documentos, está o registro de depósito dos R$ 98,5 mil que, diz Valério, foram usados para pagamento de despesas pessoais do ex-presidente Lula na posse e no primeiro mês de seu primeiro governo. O cheque foi destinado à empresa de segurança Caso, de Freud Godoy, ex-assessor pessoal de Lula.

Esse depósito já havia sido identificado pela CPI dos Correios, aberta para apurar o caso em 2005, mas na época Valério nada disse.

Segundo a Folha apurou, não há registro do que foi comprado com o dinheiro repassado. Em depoimento, Freud alegou que o recurso foi empregado em gastos com segurança da posse.

Procurada, a defesa do empresário não detalhou que outros papéis foram entregues.

Procuradoras não confiam em depoimento

As duas procuradoras da República que tomaram o novo depoimento do empresário Marcos Valério de Souza, Claudia Sampaio e Raquel Branquinho, não confiam plenamente no que o operador do mensalão disse e temem ser manipuladas.

Em conversas reservadas, elas informaram que em outras ocasiões Valério tentou usar o Ministério Público Federal para conseguir diminuição de pena ou delação premiada sem apresentar provas daquilo que denunciava.

A Folha apurou que elas viram inconsistência no histórico de declarações do condenado e cobraram de Valério mais detalhes e provas.

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, responsável pela acusação no julgamento do mensalão, também adotou posição cautelosa em relação às novas declarações do empresário.

Gurgel já externou a impressão de que o novo depoimento soou como tentativa "desesperada" de conseguir algum benefício e se livrar da condenação, que em setembro -quando Valério depôs- já estava quase definida.

Entre as incongruências de Valério está a versão dada por ele à CPI dos Correios em 2005. Indagado pelo deputado federal João Fontes (PDT-SE) se "teve algum contato com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva", Marcos Valério respondeu: "Não, senhor, nunca".

O deputado insistiu: "Nunca foi ao Palácio do Planalto conversar nada com o presidente da República?". Valério repetiu: "Nunca, senhor". No novo depoimento, Valério diz que esteve com Lula no Palácio do Planalto.

Após acusação de Valério,  Lula fala em candidatura

Um dia após vir à tona depoimento em que o empresário Marcos Valério o acusa de envolvimento direto no mensalão, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva mencionou a hipótese de "voltar a ser candidato" durante discurso feito em Paris. A declaração foi feita quando ele citava a resistência eleitoral sofrida do empresariado antes de chegar ao Palácio do Planalto, em 2003.

"Certamente não votaram em mim por medo", disse o petista, acrescentando ter hoje "orgulho de dizer que eles nunca ganharam tanto dinheiro na vida" ou geraram tanto emprego quanto na sua gestão. Em seguida, arrematou: "Espero que, se um dia eu voltar a ser candidato, eu tenha o voto deles, que eu acho que não tive nas outras eleições".(...)

O ex-presidente já havia manifestado a possibilidade de voltar a concorrer a um mandato. Durante a disputa em São Paulo, ele disse que se Dilma não se candidatar à reeleição, ele assumirá disputa para "não permitir que um tucano volte à Presidência do Brasil". Depois, em outra entrevista, se limitou a dizer que a candidata é Dilma.  (...)

Sem citar diretamente o depoimento de Valério, ele criticou a imprensa. "Quando um político é denunciado, a cara dele sai de manhã, de tarde e de noite no jornal. Vocês já viram a cara de algum banqueiro no jornal? Sabe por que não sai? Porque é ele que paga as propagandas nos jornais", disse.

Anteontem, em rápida declaração, Lula disse que o depoimento é "mentira". Ontem ele não deu entrevistas. Seguranças o isolaram da imprensa.

O presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, criticou o vazamento do depoimento, que é sigiloso. "Não vou comentar. Isso é público? Conseguiram isso como? Foi roubado? Eu não vou comentar algo resultado de um crime", disse, afirmando que falará sobre o caso no Brasil.

Esse senhor nunca pisou naquele gabinete', diz Carvalho

O ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral) afirmou que o ex-presidente Lula não teme os desdobramentos das acusações de Marcos Valério. Segundo o ministro, o empresário "nunca pisou naquele gabinete". Carvalho disse que Lula está "profundamente indignado".

"Fui chefe de gabinete do presidente Lula por oito anos. Sei quem entrou e deixou de entrar naquele gabinete. Esse senhor nunca pisou naquele gabinete. Ele erra inclusive a geografia interna. Detalhes também contam."

O detalhe apontado por Carvalho está na localização do gabinete de Lula. No depoimento, Valério disse que esteve na Casa Civil e "subiu" até o gabinete presidencial. Mas a Casa Civil fica no quarto andar do Planalto, e Lula despachava no terceiro.

Para conter desgaste, petista quer percorrer país

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer sair em caravana pelo Brasil em 2013. A estratégia é vista, dentro do Palácio do Planalto, como uma tentativa de se defender dos desgastes recentes.

A imagem do ex-presidente foi atingida pelo resultado do julgamento do mensalão, pela operação policial que flagrou uma ex-assessora envolvida com corrupção e, nesta semana, pelo depoimento do publicitário Marcos Valério, que o levou para o centro do escândalo do mensalão.

A avaliação no Planalto é que a melhor forma de Lula responder é conversar diretamente com a população.

Valério vai ser intimado por MP de Santo André

O Ministério Público de Santo André (SP) vai intimar o empresário Marcos Valério para que ele confirme ou não trechos do depoimento dado à Procuradoria-Geral da República em que afirma que o ex-presidente Lula foi extorquido por um empresário da cidade, Ronan Maria Pinto, e que o dinheiro foi usado na compra do "Diário do Grande ABC".

Valério afirmou, segundo o jornal "O Estado de S. Paulo", que o PT pediu a ele R$ 6 milhões para que Maria Pinto parasse de chantagear Lula, o ex-ministro José Dirceu (Casa Civil) e o ministro Gilberto Carvalho.

PT faz contra-ataque à ofensiva da oposição

Em reação à ofensiva da oposição, que usa o depoimento do publicitário Marcos Valério para pedir a investigação do ex-presidente Lula, o PT iniciou ontem uma tentativa de contra-ataque.

O principal movimento é a criação da chamada CPI da Privataria Tucana, para apurar o processo de privatização de estatais durante o governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).

No primeiro semestre, PT e aliados já tinham conseguido o número suficiente de assinaturas para a criação da CPI, mas, por acordo, a comissão não foi pra frente.

Juiz eleitoral desaprova contas do PT

O diretório municipal do PT teve suas contas reprovadas pela Justiça Eleitoral de São Paulo por não ter provado que um repasse de R$ 30 mil à Caso Sistema de Segurança, empresa de Freud Godoy, não era destinado à campanha do prefeito eleito, Fernando Haddad. O partido diz que a Caso só foi contratada para proteger a sede do diretório.

Dilma recua, e setor privado vai controlar aeroportos

A dificuldade em encontrar investidores levou ao recuo em relação à ideia de manter a Infraero como sócia majoritária em Galeão (RJ) e Confins (MG)

São Paulo leva título em jogo final tumultuado

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Pela 1ª vez, EUA ligam juro à taxa de desemprego

Em uma decisão inédita, o Federal Reserve, o banco central dos EUA, vai condicionar os juros da economia a uma meta no mercado de trabalho

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O ESTADO DE S. PAULO

 

Dilma manda ministros defenderem Lula de denúncias

Ministros petistas receberam ordens do Planalto para sair em defesa do ex-presidente Lula. Um dia depois de a presidente Dilma classificar de “lamentáveis” as denúncias de Marcos Valério que envolvem Lula no esquema do mensalão, reveladas pelo Estado, Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência), José Eduardo Cardozo (Justiça) e Paulo Bernardo (Comunicações) desqualificaram as declarações. “Do ponto de vista jurídico, isoladamente, esse depoimento não tem nenhum significado”, disse Cardozo. Carvalho classificou as denúncias de “desespero oportunista” e “indignidade”. “O presidente Lula teve a sua vida privada invadida, examinada, atacada com lupa e até hoje não apareceu nada e não vai aparecer nada”, afirmou. Bernardo disse que as denúncias devem ser analisadas com cuidado. Em Paris, Lula criticou a imprensa.

Dinheiro de Valério pagou festa do PT, disse Freud à CPI

O ex-assessor da Presidência Freud Godoy afirmou em ju­nho de 2010 que os R$ 98,5 mil que recebeu de uma empresa de Marcos Valério em janeiro de 2003 se destinavam a pagar serviços de segurança que prestou ao PT em novembro e dezembro de 2002. Conforme revelou o Estado, Valério sus­tentou à Procuradoria-Geral da República que repassou a uma empresa de Freud cerca de R$ 100 mil, na mesma épo­ca, para pagar despesas pes­soais do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Freud declarou que os servi­ços foram prestados em eventos que o partido promoveu para co­memorar a primeira vitória de Lula nas urnas, em outubro do ano anterior.

"Nos meses de novembro e de­zembro houve vários eventos de comemoração que o Partido dos Trabalhadores fez, e quando che­gou em janeiro, tínhamos um sal­do, um valor para receber, que estava em atraso do Partido dos Trabalhadores", relatou ele à CPI da Bancoop, que funcionou na AssembleiaLegislativadeSão Paulo na última legislatura. "Foi pedido que essa empresa SMPB pagasse à Caso Sistema de Segu­rança. A Caso foi paga pela SMPB, pelos eventos que foram feitos na época."

Em retaliação, PT quer ouvir FHC

Em retaliação às tentativas da oposição de ouvir Rosemary Noronha e Marcos Valério, o líder do PT, Jilmar Tatto, e Fernando Collor aprovaram convite para que Fernando Henrique Cardoso e o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, compareçam ao Congresso.

Dúvida persiste em posição de Celso de Mello sobre mandatos

Voto proferido por Celso de Mello levantou dúvidas sobre como desempatará a votação em tomo do mandato dos deputados condenados no mensalão. Em 1995, ele disse que só o Legislativo pode decidir pela cassação. No mensalão, deu sinais de que defenderia perda de mandato. Mello deveria ter votado ontem, mas faltou à sessão.

Veto a royalties pode cair no Congresso

Deputados e senadores aprovaram urgência para a votação do veto da presidente Dilma Rousseff ao projeto de distribuição das receitas de exploração e produção de petróleo.

Forças de Assad usam mísseis Scud

Em mais um sinal do aumento da violência na Síria, forças leais a Bashar Assad dispararam mísseis Scud contra alvos controlados por combatentes rebeldes.

CCJ do Senado aprova lei seca mais rígida e com multa

De acordo com projeto aprovado na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, que deve ser ratificado na próxima semana, prova testemunhal e até vídeos seriam aceitos para comprovar embriaguez ao volante. O valor da multa também muda: dos atuais R$ 957,70 para R$ 1.915,40.

Justiça Eleitoral reprova contas do PT

 

Engenheiros vão chefiar subprefeituras

 

 

 

O GLOBO

 

Guerra dos royalties - Dilma é derrotada e Rio recorre ao Supremo

Por ampla maioria, em sessão tumultuada, deputados e senadores aprovaram ontem o requerimento de urgência para análise dos vetos da presidente Dilma a artigos do projeto que redistribui os royalties do petróleo. O movimento foi articulado por estados não produtores. Um dos vetos foi sobre a divisão dos recursos de campos já licitados, o que significaria quebra de contratos e imporia perdas bilionárias a Rio e Espírito Santo. A bancada do Rio vai pedir ao Supremo Tribunal Federal que anule o resultado da sessão. Ontem, a Câmara aprovou a MP 579, que altera as regras para o setor elétrico.

Tensão

A deputada Rose de Freitas, que presidiu a sessão, é pressionada por parlamentares de estados produtores e não produtores

Para PT, Lula vai ser investigado

Embora não admitam publicamente, dirigentes do PT consideram inevitável que o ex-presidente Lula seja alvo de investigação, após o novo depoimento do operador do mensalão, Marcos Valério, que o acusa de ter se beneficiado do esquema criminoso. A situação já era considerada delicada por causa do indiciamento de Rosemary Noronha, ex-funcionária da Presidência ligada a Lula, na Operação Porto Seguro. Em seu depoimento, Valério também afirmou que o Banco do Brasil cobrava de agências de publicidade contribuição para o PT.

Valério pagou a Freud por gastos de campanha

O pagamento de R$ 98,5 mil feito em 2003 por Marcos Valério ao ex-chefe da segurança de Lula, Freud Godoy, foi interpretado pelo delegado da Polícia Federal Luís Flávio Zampronha como indício de custeio de serviços prestados ao PT na campanha presidencial de 2002 por meio do valerioduto e não despesas pessoais do ex-presidente, segundo o relatório final do Inquérito 2474, que tramita sob sigilo no Supremo Tribunal Federal (STF).

Zampronha baseou o seu entendimento no depoimento prestado por Freud à PF, em que ele informou que o dinheiro teria sido recebido para cobrir a "prestação de diversos serviços durante a campanha do presidente Lula ocorrida em 2002", tais como despesas de segurança, alimentação, transporte, hospedagem de equipes de apoio e segurança, e também na fase de transição de governo. No entanto, Freud disse não ter existido formalização de contrato com o partido, e tampouco escrituração contábil das despesas que teve durante a campanha e a transição presidencial, o que inviabilizou a comprovação dos gastos. Anteontem, afirmou que já teve as contas "escancaradas" e que nada foi encontrado contra ele.

Do que riem?

Luís Inácio Adams (AGU), enfraquecido com a Operação Porto Seguro, e Cardozo (ministro da Justiça), ao lado de Roberto Gurgel, procurador-geral da República, em evento no Ministério da Justiça.

Ex-presidente fala em candidatura

Um dia depois da revelação das denúncias de Marcos Valério ao MP, afirmando que Lula teria autorizado o mensalão, o ex-presidente sugeriu que pode voltar a ser candidato, e até brincou, pedindo o voto de empresários.

Despesa com Freud é omitida

A Justiça Eleitoral rejeitou as contas do diretório do PT em São Paulo. O partido omitiu despesas com a empresa de Freud Godoy, o “aloprado” acusado por Valério de receber dinheiro do mensalão para Lula.

Base blinda Valério e Rose e chama FH e Gurgel

Governo e oposição travaram ontem, no Congresso Nacional, uma guerra política de convites para depoimentos e ações no Ministério Público que terão pouco efeito prático, mas mostram o grau de animosidade entre eles. Além de usar a força da maioria para brecar qualquer tipo de convocação de ministros ou envolvidos na Operação Porto Seguro e nas denúncias recentes do operador do mensalão, Marcos Valério, os aliados partiram para o ataque. Aprovaram convite para que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o atual procurador-geral da República, Roberto Gurgel, compareçam à Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência.

E logo depois que o PSDB, DEM e PPS protocolaram representação na Procuradoria Geral da República pedindo investigação do ex-presidente Lula - por causa das declarações de Valério de que ele sabia do mensalão e teve despesas pessoais pagas pelo esquema, segundo reportagem do jornal "O Estado de S. Paulo" -, o PT entrou entrou com reclamação na corregedoria do Conselho Nacional do Ministério Público. O partido pediu investigação de conduta funcional e processo disciplinar contra a subprocuradora Cláudia Sampaio e a procuradora Raquel Branquinho, que ouviram o depoimento de Valério.

Medicina em risco: Quadrilhas fraudavam vestibulares

A Polícia Federal prendeu sete dos 70 acusados de integrar quadrilhas que fraudavam vestibulares de medicina em faculdades particulares em dez estados e no DF. Do grupo, que cobrava até R$ 80 mil por vaga, participavam médicos, estudantes de medicina e empresários.

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Dois anos após a tragédia das chuvas que deixou 391 mortos em Teresópolis, cerca de 50 famílias voltaram a viver na área mais atingida pela enxurrada. No lugar, imóveis condenados são alugados por R$ 350.

Impacto ambiental: Cabral retira projeto polêmico

Diante da repercussão negativa, o governador Sérgio Cabral retirou da pauta da Assembleia Legislativa projeto que permitiria licenciar empreendimentos sem estudo de impacto ambiental.

Lei Seca: Bafômetro pode não ser única prova

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou projeto que aumenta o rigor da Lei Seca. O texto prevê o uso de imagens e de exames clínicos para provar a embriaguez.

‘Tesouro’: À venda em Botafogo

Uma suposta pintura de Rubens, negociada por R$ 100 milhões, foi apreendida pela Polícia Federal em Botafogo. O dono também tinha uma tela que atribuía a Renoir e dois violinos que dizia ser Stradivarius.

Ciência: Em defesa do mar de Búzios

Projetos das principais universidades nacionais levantam dados sobre o mar de Búzios, ameaçado pela poluição e sobrepesca.

 

 

 

CORREIO BRAZILIENSE

 

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Primeiro senador cassado na história do país, ele é o maior latifundiário da capital e vai construir cidade para 380 mil pessoas em uma de suas fazendas.

Pressionado, PT debocha da oposição

Governistas rechaçam a investigação das denúncias de Marcos Valério contra o ex-presidente Lula, mas aprovam convite a FHC para explicar supostos casos de corrupção ocorridos na década de 1990.

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PF desmonta esquema de fraude em vestibulares. Golpistas atuavam em 10 estados e no Distrito Federal. Cobravam até R$ 80 mil de candidatos para garantir vaga.

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Projeto que modifica a lei seca endurece as penas para motoristas bêbados, mas mantém a medição do nível de álcool.

 

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