Jornais: Dilma promete verba, mas base rejeita diretor de agência

Rebelião do PMDB que derrubou diretor da ANTT, redução da taxa de juros para reaquecer economia e balanço do PAC com atrasos de quatro anos são os destaques desta quinta-feira

O ESTADO DE S. PAULO
Dilma promete verba, mas base rejeita diretor de agência

Pressionada pelos partidos da base, a presidente Dilma Rousseff mandou abrir o cofre na tentativa de pacificar os aliados insatisfeitos com o controle sobre os gastos dos ministérios e com o arrocho imposto à liberação das emendas dos parlamentares em ano eleitoral. O movimento veio tarde e não foi capaz de abafar a rebelião da base, sobretudo do PMDB. O maior sinal do forte desgaste na relação com o Planalto foi a rejeição ontem à tarde da recondução de Bernardo Figueiredo para a presidência da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

Figueiredo era avalizado pela presidente por ser um petista que coordena o projeto do trem-bala, prioridade do Planalto (leia texto abaixo). Irritada com a derrota, Dilma recuou e mandou segurar, na noite de ontem, a negociação para liberação das emendas.

"Foi um posicionamento político de pessoas que estão insatisfeitas. Existem insatisfações em vários partidos manifestadas no voto secreto. A gente tem que entender o recado, aprofundar as relações políticas e acabar com as defecções", disse o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), a respeito da rejeição ao indicado da presidente da República. "Foram vários recados, do PMDB principalmente", completou o senador Lindbergh Farias (PT-RJ).

O primeiro gesto de pacificação da base dado pela presidente Dilma foi determinar à ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, que se reunisse ontem à tarde com a colega do Planejamento, Miriam Belchior, para tratar da liberação de recursos para emendas orçamentárias de parlamentares que têm pressa de atender as bases eleitorais.

A presidente também pretende entrar pessoalmente em ação, para se reafirmar como interlocutora da base - papel que até então evitava assumir -, e não apenas do PT. Dilma vai participar mais regularmente de reuniões com parlamentares.

Em campo. A decisão de entrar em campo e abrir negociação para pacificar os partidos rebelados veio no embalo do manifesto do PMDB contra o tratamento "privilegiado" do conjunto do governo ao PT, o que, para peemedebistas, põe em risco a eleição de prefeitos da sigla.

Na véspera, em reunião com o vice-presidente da República, Michel Temer, descontentes do PMDB das cinco regiões do país queixaram-se da "falta de instrumentos e autonomia" dos ministérios para atender as bases.

"O pagamento das emendas não é favor: é direito nosso e está na lei orçamentária", protestou o líder peemedebista na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN). "O que o partido vai dizer na sua base? Em outubro houve um acordo com o governo para a liberação das emendas. Mas nada disso aconteceu. Pelo contrário, contingenciaram tudo."

Apesar de multa, desabastecimento se agrava

Nem a multa diária de R$ 1 milhão imposta pela Justiça aos caminhoneiros que impedem o abastecimento nem o uso da Polícia Militar para escoltar caminhões-tanque conseguiram normalizar a distribuição de combustível em São Paulo ontem. Nas últimas 24 horas, foram distribuídos 2 milhões de litros, só 5% do que é consumido diariamente. Já há escassez em quase todos os postos. O prefeito Gilberto Kassab reiterou que não vai recuar nas restrições a caminhões na Marginal do Tietê. Nove gerentes de postos foram detidos por aproveitar a crise para elevar os preços.

Cidades: Major de coragem

PM Pricilla Azevedo foi reconhecida até pelos EUA

Um dia após PIB, Copom reduz juro em 0,75 ponto

Um dia depois da confirmação de que o PIB desacelerou em 2011 e da promessa do governo de adotar uma “ação mais forte” para retomar o crescimento, o Banco Central cortou o juro em 0,75 ponto porcentual, para 9,75% ao ano. Com isso, a taxa Selic volta à casa de um dígito pela primeira vez desde o início de junho de 2010. A decisão não foi unânime: cinco diretores do BC votaram pela redução de 0,75 ponto e dois optaram por 0,50 ponto. O corte é o maior desde junho de 2009.

Planalto cobra plano contra real forte

Para enfrentar o “tsunami” de dólares que devem entrar no País nos próximos meses, o Palácio do Planalto quer um plano de ação mais amplo. O desconforto com os efeitos do câmbio é crescente e críticas à demora da equipe econômica em apresentar uma proposta maior ganham terreno.

Dinheiro para habitação infla balanço do PAC

Em 2011, as obras concluídas da segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento somaram R$ 127 bilhões, segundo balanço divulgado ontem. Somadas as obras em andamento, o gasto sobe para R$ 204 bilhões. Quase 37% desse valor, no entanto, se referem a financiamentos para habitação.

Diplomatas falsos têm mais 29 casos

Vinte e nove professores da rede municipal de SP apresentaram, nos últimos meses, diplomas falsos para tentar ascensão. Eles se somam aos 19 casos revelados pelo Estado.

Superterça acirra divisão republicana

Brasil tem seis novos bilionários na 'Forbes'

Fifa agora não fala em Valcke no País

Depois da polêmica com o governo, a Fifa não diz quando Jérôme Valcke virá ao País. A entidade aguarda resposta ao pedido de audiência de Joseph Blatter a Dilma Rousseff.

 

O GLOBO

 

Sob pressão, BC corta juros além do previsto

Um dia após a divulgação de que a economia brasileira cresceu só 2,7% em 2011, o Comitê de Política Monetária (Copom) aprovou uma redução de 0,75 ponto percentual na taxa básica de juros, que ficou agora em 9,75%. Mas a decisão não foi unânime. A medida foi aprovada por cinco votos a dois. Os dissidentes queriam cortar apenas 0,5 ponto, como apostava a maior parte dos analistas econômicos. Apesar do anúncio – importante para impulsionar a retomada econômica em 2012 -, o Brasil continua com o maior juro real (descontada a inflação) do mundo. Além do corte nos juros, o governo prepara medidas para estimular a indústria a conter a valorização do real, considerada um empecilho para elevar as exportações do país. Ontem, o IBGE divulgou retração de 2,1% na indústria em janeiro. Foi o maior tombo desde dezembro de 2008.
Medidas em estudo para ativar a economia
- Ampliar a desoneração da folha de pagamento das empresas para os setores plástico, de móveis e têxtil
- Prorrogar IPI mais baixo para máquinas de lavar, tanquinhos, geladeiras e fogões. O benefício acabaria em 31 de março
- Ampliar a atuação no mercado de câmbio para conter a valorização do real, que prejudica as exportações
- Novas reduções da taxa básica de juros e ação de bancos públicos estimulando a concessão de crédito no país

Um dia após a divulgação do resultado do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 - que cresceu apenas 2,7% - o Comitê de Política Monetária (Copom) cortou em 0,75 ponto percentual a taxa básica de juros (Selic), que caiu de 10,5% para 9,75% ao ano, mudando o plano de voo que mantinha desde meados do ano passado, com cortes seguidos de 0,5 ponto. A decisão tem o objetivo claro de estimular um crescimento mais robusto da economia. A queda dos juros barateia o crédito e amplia o consumo das famílias.

Com o corte anunciado ontem, o BC antecipou o cumprimento da promessa, feita em janeiro, de que o país teria taxa de um dígito. Mas a decisão não foi unânime. Cinco diretores da instituição defenderam um corte mais agressivo, enquanto os dois com votos vencidos pela maioria queriam manter um ritmo de corte de 0,5 ponto. Com a redução, a Selic atinge o menor percentual desde junho de 2010.

A reunião foi um pouco mais demorada do que o usual. No entanto, foi o comunicado que mais chamou a atenção: foi o mais seco da gestão do presidente Alexandre Tombini e não deu dicas dos próximos passos.

"Dando seguimento ao processo de ajuste das condições monetárias, o Copom decidiu reduzir a Taxa Selic para 9,75% ao ano, sem viés, por cinco votos a favor e dois votos pela redução da Taxa Selic em 0,5 ponto percentual", diz a nota divulgada após o encontro.

De acordo com economista do Banco Votorantim, Leonardo Sapienza, isso foi uma estratégia para não gerar ruídos no mercado, que vai demorar para digerir a decisão.

 

Tráfico do Rio divide morros de Niterói

Traficantes que fugiram de favelas do Rio, algumas delas pacificadas, estão por trás da violência que tem assustado moradores de Niterói nos últimos meses. Bandidos de comunidades como Mangueira, que já tem UPP, Maré, para onde está indo a sede do Bope, e Senador Camará, alvo de recentes operações da polícia, lotearam a ex-capital fluminense. Associados a traficantes locais, eles dividiram áreas para praticar assaltos a restaurantes, lojas comerciais, postos de gasolina e residências. Ontem, uma agência bancária em Icaraí, Zona Sul da cidade, ficou fechada para a troca de dois caixas eletrônicos arrombados por bandidos com ajuda de maçaricos. As polícias Civil e Militar prometem reforçar o patrulhamento na cidade.

Senado derruba indicação de Dilma

Os efeitos da rebelião da base aliada, liderada pelo PMDB, foram sentidos ontem no Senado, onde foi rejeitada a recondução ao cargo do diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres, Bernardo Figueiredo, que interessava ao Palácio do Planalto. É a primeira derrota da presidente Dilma Rousseff na indicação para cargos de agências reguladoras.

Eleições: Rio tem 949 com contas rejeitadas

O Estado do Rio tem 949 políticos (38% dos que concorreram em 2010) que podem não disputar as eleições em outubro porque tiveram as últimas contas de campanha rejeitadas, como decidiu o TSE.

Dinheiro do FGTS engorda superávit fiscal

O governo decidiu usar R$ 3 bi do FGTS para reforçar o caixa do Tesouro e aumentar o superávit. Após críticas, informou que devolverá o dinheiro com correção, mas atrasará o repasse.

Brasil fez mais seis bilionários ano passado

Pelo ranking da revista "Forbes", Eike Batista subiu uma posição, para o sétimo lugar, com US$ 30 bi. Surgiram outros seis brasileiros na lista, entre eles o dono da M. Dias Branco, de alimentos.

Barcas: veto de Cabral é derrubado

Apesar de ter maioria na Assembleia Legislativa, o governador Sérgio Cabral viu ser derrubvado, ontem, o veto que excluia do balanço financeiro da Barcas S/A receitas extras, como a da linha Charitas-Praça Quinze. Com isso, o valor será contabilizado no cálculo de futuras tarifas.

Porto terá 2 hotéis e 2.000 apartamentos

Uma construtora assinou contrato com a Caixa Econômica para erguer 2.000 apartamentos e dois hotéis com 500 quartos cada no Porto. Uma parceria público-privada permitirá a construção de um campo de golfe na Barra.

Fogo amigo arrasta decisão republicana

O resultado da Super Terça, nos EUA, mostrou que o processo prolongado de escolha do candidato é apenas o primeiro obstáculo republicano. O favorito Mitt Romney tem dificuldades para se impor, e seus rivais consolidam uma base refratária a ele.

Os Pontos de Cultura, antes tratados como prioridade pelo governo, têm sua verba reduzida à metade

 

 

VALOR ECONÔMICO

 

Obras de R$ 166 bi do PAC têm atraso de até 4 anos

Dezenove obras "estruturantes" do país, com orçamento de R$ 166 bilhões, se afastaram do cronograma desenhado pelo governo e serão entregues com até quatro anos de atraso. Projetos que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretendia inaugurar ainda em seu mandato agora correm risco de não ser mais concluídos sequer no governo Dilma.
No lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), em 2007, obras como a ferrovia Nova Transnordestina, o Arco Rodoviário do Rio e a pavimentação da BR-163 tinham previsão de término em 2010. O balanço do PAC 2, divulgado ontem, mostra que se não houver novas surpresas, sua conclusão ocorrerá só em dezembro de 2014, último mês de mandato da presidente.

O governo controlará com mais rigor a execução das obras "estruturantes" que fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Uma lista com 10 a 20 "megaempreendimentos" de infraestrutura será encaminhada pelo Ministério do Planejamento ao Palácio do Planalto. A ideia é que a presidente Dilma Rousseff visite pessoalmente esses projetos, fazendo uma inspeção física e levando toda a equipe de altos funcionários capazes de destravar os obstáculos para o andamento das obras.

O Valor apurou que estão na lista a usina hidrelétrica de Belo Monte, a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), o porto de Santos, a duplicação da BR-101 em Santa Catarina e a ampliação de capacidade da hidrovia do Tietê.

"Teremos um monitoramento in loco", disse ontem a ministra Miriam Belchior. Ela indicou que a ferrovia Norte-Sul poderá ser a próxima visita de Dilma. Na semana que vem, Miriam e o ministro dos Transportes, Paulo Passos, vão à BR-101, no Nordeste. Ambos os projetos estão atrasados em relação ao planejamento original do governo.

O trecho da Norte-Sul entre Palmas (TO) e Anápolis (GO), que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva esperava inaugurar até o fim de seu mandato, ficou para julho deste ano. A duplicação da BR-101, entre o Rio Grande do Norte e Alagoas, arrasta-se há anos e só deve ficar pronta no fim de 2013.

Copom reduz taxa de juro para 9,75%

O Comitê de Política Monetária do Banco Central aprofundou o corte dos juros e reduziu a taxa básica em 0,75%, para 9,75%. Dois dos sete membros do Comitê votaram a favor de um corte de 0,5 ponto. O comunicado do Copom, extremamente lacônico, não dá qualquer sinal sobre os próximos passos da política monetária.

A Selic voltou a ser de um dígito. Desde que o regime de metas de inflação foi criado, em 1999, o Brasil só teve juros básicos inferiores a 10% ao ano entre 11 de junho de 2009 e 9 de junho de 2010. Eles chegaram a cair a 8,75% ao ano, numa reação do BC aos efeitos da crise externa.

Fed prepara novo estímulo monetário

O Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos, estuda lançar nova operação de estímulo monetário. A ideia é emitir moeda para comprar títulos de longo prazo do Tesouro americano, os "treasuries". Para evitar um aumento da inflação, o Fed lançaria papéis de curto prazo e juros baixos para recolher os dólares emitidos. O objetivo é reduzir as taxas de longo prazo da economia, diminuir os temores de inflação futura e, assim, estimular o consumo e os investimentos.

Petrobras quer mais térmicas

O interesse da Petrobras por térmicas do Bertin não se esgota com a compra feita na semana passada de 70% da usina Arembepe Energia, que pertencia à Nova Cibe Energia, controlada pelo grupo. "Estamos passando por um processo de aumento de capital em usinas térmicas", disse ao Valor a presidente da estatal, Graça Foster. "Temos vários projetos em análise, mas tudo depende de haver acordo entre os acionistas". Ela negou que a transação com a Arembepe tenha relação com os problemas financeiros do Bertin. "Foi apenas uma negociação entre sócios. Poderemos ampliar a nossa participação em outros empreendimentos que não tenham nenhuma relação com o Bertin".

Em rebelião, base derruba diretor da ANTT

Por 36 votos contra, 31 a favor e uma abstenção, o Senado rejeitou ontem a recondução de Bernardo Figueiredo à diretoria-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Da tribuna, os senadores arguiram contra a recondução baseados em relatório do Tribunal de Contas da União, publicado ontem pelo Valor, que reprova as contas da gestão Figueiredo na agência.

O revés foi entendido pelo Palácio do Planalto como um recado de aliados insatisfeitos e levou a presidente Dilma Rousseff a reunir a cúpula do governo para avaliar a liberação de emendas parlamentares ao Orçamento.

A saída de Figueiredo deixa órfão o projeto de infraestrutura mais ambicioso do governo, o trem-bala, projetado para ligar São Paulo ao Rio.

Mineração no Chile terá US$ 91 bi

O setor de mineração no Chile deve receber investimentos de US$ 91 bilhões até o fim da década, a maior parte na exploração de cobre, mas também em ouro, prata e uma pequena parcela em minério de ferro.

Seca custa R$ 5,3 bi ao RS

Apesar do retorno da chuva em algumas áreas do Rio Grande do Sul, a seca já provocou a perda de 8,8 milhões de toneladas na safra 2011/12 de soja, milho, arroz e feijão no Estado. Os prejuízos somam R$ 5,3 bilhões.

Aposta na educação

Neste ano, pelo menos 3,3 mil bolsas de estudos para pós-graduação serão oferecidas para estudantes brasileiros em universidades estrangeiras, resultado da melhora da imagem do país no exterior e de parcerias com o governo federal.

Novos horizontes

Com o crescimento da renda e os juros menores, escritórios de assessoria em investimentos abrem aos aplicadores de menor porte opções que antes estavam reservadas aos clientes “private”.

 

 

FOLHA DE S. PAULO

 

BC acelera corte de juros após tombo da indústria

Horas após a divulgação do resultado ruim da indústria em janeiro deste ano e um dia depois da notícia do PIB fraco de 2011, o Banco Central decidiu acelerar o corte dos juros, reduzindo a taxa em 0,75 ponto. A Selic, agora em 9,75% ao ano, não ficava abaixo de dois dígitos desde 2010.

Em janeiro, a indústria caiu 2,1%, pior resultado em três anos. O número corrobora previsões de crescimento ainda fraco em 2012. É consenso entre analistas que a indústria só reagirá com mais vigor no segundo semestre, quando devem ser sentidos os efeitos da queda dos juros, das medidas de estímulo ao crédito e da desoneração de setores. O ministro Guido Mantega (Fazenda) disse que o governo adotará medidas “toda semana” para estimular o crescimento.

Protesto acaba, mas postos continuam sem gasolina

Os motoristas de caminhão encerraram ontem os protestos contra as restrições ao tráfego dos veículos na marginal Tietê e outras vias. O abastecimento em São Paulo, porém, só deve se normalizar em dez dias, diz o sindicato dos postos.

O sindicato estima que a gasolina pode acabar hoje. Ontem, Procon e Polícia Civil fiscalizaram abusos nos preços. Nove gerentes de postos foram detidos, entre eles o de um estabelecimento que cobrava R$ 5 por um litro de gasolina.

Rebelado, PMDB veta indicado de Dilma para área dos transportes

Liderados pelo PMDB, partido aliados do governo impuseram derrota a Dilma Rousseff no Senado ao rejeitar assessor de confiança da presidente para a direção da agência de transportes, responsável pelo trem-bala.

Ao saber do veto, Dilma suspendeu reunião para liberar recursos a peemedebistas. O líder do governo na Casa diz se tratar de um recado dos aliados.

Palocci vai ajudar Haddad a arrecadar verba de campanha

O ex-ministro Antonio Palocci foi escalado para atuar, informalmente, na arrecadação da campanha de Fernando Haddad (PT) à Prefeitura de São Paulo. Ficará encarregado de “abrir portas” com os financiadores.

Para ajudar, o prefeito de Osasco (SP), Emidio de Souza, aliado de Palocci, foi convidado para assumir formalmente o cargo.

Empreiteiros viram réus por suspeitas em dez aeroportos

A 12ª Vara da Justiça Federal em Brasília aceitou denúncia do Ministério Público Federal contra 41 pessoas. Entre elas, estão ex-diretores da Infraero e diretores de grandes construtoras.

Eles são acusados de envolvimento em superfaturamento de R$ 1,2 bilhão em obras de dez aeroportos. Envolvidos no caso negam irregularidades.

Policiais de SP têm de 'bater ponto' em ronda nos bancos

A Polícia Militar paulista está patrulhando bancos privados no Estado. A ronda é feita por dois policiais, que têm de visitar por dia ao menos sete agências e coletar assinaturas dos gerentes que comprovem o trabalho.

Para a PM e a federação dos bancos, não há conflito de interesses.

Em SP, 58% sabem menos matemática do que deveriam

Só 4,2% dos alunos que concluíram o ensino médio na rede estadual paulista em 2011 tinham conhecimento de matemática "adequado", segundo exame do governo. No terceiro ano, 58,4% tiveram desempenho "abaixo do básico".

‘Superterça' expõe rejeição a Romney entre conservadores

 

 

 

 

 

 

CORREIO BRAZILIENSE

 

Senado votará, enfim, a extinção do 14º e 15º

Engavetado há mais de ano, o projeto que acaba com a inaceitável benesse será posto em discussão na Comissão de Assuntos Econômicos. Reportagens do Correio mostraram que, além de desdenhar dos brasileiros que os sustentam e não têm tais privilégios, os parlamentares deram calote no imposto devido à Receita. Você acredita que os senadores vão mesmo votar o fim do 14º e do 15º salários? Acesse www.correiobraziliense.com.br e responda. E fique de olho neles.

Racha: BC corta juro, mas pressão abre crise

Banco Central deixa de lado análise técnica, cede aos apelos do governo e reduz em 0,75 ponto percentual a taxa básica de juros da economia (Selic), que caiu para 9,75% ao ano. Mas a decisão provocou um racha no banco.

PMDB impõe derrota a Dilma

O partido liderou a votação no Senado que impediu a recondução de Bernardo Figueiredo à chefia da ANTT, indicação feita pelo Palácio do Planalto.

As terras suspeitas de Cachoeira no DF

Segundo investigação da PF, o bicheiro pode ter comprado áreas griladas. Ele tentaria regularizá-las corrompendo servidores da Terracap, do Ibran e do Incra.

No Brasil, sem 4G, novo iPad vai rodar bem mais lento

Terceira versão do tablet mais vendido do mundo tem tela HD e suporte para 4G, o que pode tornar sua velocidade de conexão até 10 vezes maior que a do iPad 2. Mas não no Brasil. O país ainda não dispõe da nova tecnologia.

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